Ibovespa em Queda Drástica: Trump Aumenta Tensão Global e Impacta Mercado!

Ibovespa em queda histórica! Trump acende alerta geopolítico e causa pânico no mercado. Acompanhe a crise!

02/04/2026 10:59

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(Imagem de reprodução da internet).

Ibovespa Abre em Queda Reforçada por Tensão Geopolítica e Discurso de Trump

O mercado acionário brasileiro iniciou a sessão desta quinta-feira, 2, com uma forte desceleração, refletindo a crescente aversão ao risco global e o impacto de um discurso contundente do ex-presidente Donald Trump. A abertura do Ibovespa foi marcada por uma queda significativa, com o índice caindo acima de 1% nos primeiros minutos de negociação, atingindo os 185.490 pontos às 10h26. Paralelamente, o dólar também apresentou alta, subindo 0,35% e cotado a R$ 5,175.

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A principal razão para essa queda foi o discurso do ex-presidente Trump, proferido na noite anterior. Trump sinalizou que os ataques contra o Irã devem se intensificar nas próximas semanas, elevando as tensões geopolíticas e interrompendo o alívio que havia se observado nos mercados. A declaração do ex-presidente gerou preocupação entre os investidores, que buscaram proteção em ativos considerados mais seguros.

Além do cenário geopolítico, a performance global dos mercados também contribuiu para o mau humor do Ibovespa. Bolsas asiáticas e europeias registraram quedas expressivas, enquanto os futuros de Nova York também apontavam para um pregão negativo. No mercado de commodities, o petróleo disparou, impulsionado pelo temor de restrições na oferta, com o Brent ultrapassando os US$ 108 e o WTI avançando acima de US$ 110 por barril.

Empresas do setor petroleiro lideraram os ganhos do Ibovespa, com a Petrobras (PETR3 e PETR4) subindo quase 3%. Em contrapartida, grandes empresas como Vale e os bancos apresentaram quedas significativas. Analistas do mercado observaram que o discurso de Trump, focado em um público interno, não ofereceu clareza sobre os principais riscos para os ativos globais.

Cristiano Oliveira, economista-chefe do Banco Pine, avaliou o discurso como “pouco informativo sob a ótica de mercado”, destacando o viés voltado ao público doméstico e a falta de direcionamento sobre os vetores de risco para os ativos globais. A situação demonstra a sensibilidade do mercado a eventos geopolíticos e a busca por segurança em ativos considerados mais estáveis.

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