Ibovespa dispara em alta! Acompanhe o desempenho da B3 e as ações que bombaram em fevereiro de 2026. Vale brilha, mas Petrobras perde! Saiba mais
O Ibovespa iniciou a sessão de segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026, em um movimento de alta, acompanhando o desempenho positivo das bolsas de Nova York. Por volta das 16h05, o principal índice da B3 avançava 0,26%, situando-se em 181.839 pontos. O bom humor no mercado financeiro se deve, em parte, ao apetite por risco dos investidores, refletido nos ganhos das bolsas americanas.
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Entre as maiores altas, a Vale (VALE3) subiu 0,52%, apesar da queda no preço do minério de ferro no mercado internacional. A mineradora informou que apresentará defesa em relação a um pedido do Ministério Público que solicitou o bloqueio de R$ 1 bilhão em suas contas, decorrente de vazamentos em minas em Ouro Preto e Congonhas, Minas Gerais.
As ações dos bancos também se mantiveram positivas, com Santander (SANB11), Itaú (ITUB4) e Bradesco (BBDC4) em destaque, impulsionadas pela expectativa dos balanços do quarto trimestre e do resultado consolidado de 2025.
No entanto, o Ibovespa sofreu com a pressão negativa da Petrobras, a segunda maior empresa do índice. As ações ordinárias (PETR3) recuaram 3% e as preferenciais (PETR4) caíram 2,44%, em linha com a queda do petróleo no mercado internacional. O barril do Brent para abril recuava 5,03%, a US$ 65,83, enquanto o WTI, em Nova York, também caía 5,40%, cotado a US$ 61,59.
No exterior, as bolsas americanas iniciaram fevereiro em alta, impulsionadas por dados positivos da indústria, que mostraram a atividade manufatureira se expandindo no ritmo mais forte desde 2022. O S&P 500 interrompeu uma sequência de três sessões consecutivas de queda, com o Russell 2000, índice que acompanha as pequenas empresas, subindo 1,5%.
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A semana carregada de balanços de grandes empresas, como Amazon (AMZN) e Alphabet (GOOGL), também contribuiu para o otimismo.
Apesar de um novo shutdown do governo americano, que paralisou parcialmente suas atividades, o mercado não se abalou significativamente. O impasse político, que gerou atrasos no pagamento de salários e na divulgação de indicadores econômicos, não afetou o apetite por risco dos investidores, que continuam focados nos dados recentes que indicam uma retomada da atividade industrial.
Os mercados monetários agora apontam para um possível corte de juros pelo Federal Reserve (Fed) em julho.
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