Marcos Pochmann nega perseguição no IBGE! Presidente do IBGE se manifesta após críticas e acusações de “caça às bruxas”. Saiba mais
Em entrevista ao Poder360, na terça-feira, 10 de fevereiro de 2026, o presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Marcio Pochmann, negou acusações de perseguição aos funcionários do principal órgão de estatística do governo federal.
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Pochmann enfatizou que as divergências em relação à gestão são inerentes a um processo democrático e que a rotatividade de cargos não compromete o trabalho do instituto.
O IBGE, segundo o presidente, está vivendo um “excelente momento”, marcado por um redirecionamento natural para a transformação do sistema estatístico brasileiro, uma mudança necessária devido à era digital e à necessidade de adaptação em um regime democrático.
Ele ressaltou que essa é a primeira vez que uma transformação desse porte ocorre sem a influência de um regime autoritário.
Apesar da declaração de Pochmann, o IBGE tem sido alvo de críticas por parte de funcionários e do Sindicato Nacional dos Trabalhadores do IBGE (Assibge). O sindicato o acusa de adotar posturas autoritárias e de não dialogar com a equipe técnica sobre as mudanças propostas.
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O Assibge alega que Pochmann busca alterar o estatuto do IBGE sem consulta e que essas alterações afetariam diretamente as condições de trabalho dos servidores. A situação se agrava com a rotatividade de cargos, especialmente após a exoneração da coordenadora de Contas Nacionais, Rebeca Palis, em 19 de janeiro de 2026, por decisão do próprio instituto.
Em 27 de novembro de 2025, o Assibge comunicou que o IBGE havia anunciado mudanças nos cargos de gerência nas áreas de atendimento e comunicação social, descrevendo-o como “mais um capítulo de caça às bruxas” dentro da instituição. O sindicato também apontou um processo de mudanças “atabalhoado e com notórias inconsistências”.
Em fevereiro de 2026, o Assibge relatou um clima de insatisfação entre o corpo técnico do instituto, decorrente da exoneração de servidores que não concordavam com as mudanças propostas pela presidência do órgão. Uma declaração espontânea de um técnico do IBGE, divulgada em fevereiro de 2026, reforçou a acusação de “perseguição” aos servidores.
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