IA revoluciona empresas em 2026! 🤯 Engenheiros e programadores lideram a corrida pela inteligência artificial, com 49,7% dos pedidos. Saiba mais!
A utilização de ferramentas de inteligência artificial, especialmente aquelas focadas em engenharia, tecnologia e programação, está dominando as discussões internas de empresas. Análises recentes, baseadas em dados da API pública da empresa e do assistente Claude Code, revelaram que impressionantes 49,7% dos pedidos de uso da IA vêm de profissionais dessas áreas.
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Essa disparidade é de quase 40,6% em relação à segunda categoria mais utilizada, que é a automação de tarefas administrativas, com apenas 9,1% dos pedidos.
Além da automação administrativa, outras áreas de destaque no uso da IA incluem marketing, vendas, análise de dados e finanças. No entanto, a IA ainda não encontrou espaço em setores como medicina, direito, logística e turismo. Os dados indicam uma resistência inicial à adoção da IA para tarefas que se estendem além do ambiente corporativo, algo que a indústria tem trabalhado para mudar com a implementação de agentes multifuncionais.
Empresas como a Samsung estão buscando integrar a IA como uma funcionalidade em seus aplicativos, visando o ecossistema de produtos. A estratégia é acelerar o funcionamento do ecossistema como um todo, buscando uma maior eficiência através da IA.
A pesquisa, baseada exclusivamente nos dados fornecidos pela Anthropic, foi classificada pela empresa como “incompleta”. A análise da API pública permite a análise de ferramentas individuais, enquanto o Claude Code oferece sessões completas, mas apenas para um produto amplamente utilizado em engenharia de software. A empresa ressalta que os dados foram coletados até o início de 2026, um período em que agentes multifuncionais ainda são relativamente novos para o uso comum. A Anthropic enfatiza que os desenvolvedores de agentes devem treinar os modelos com base na “incerteza”, pois a adesão dos usuários depende da capacidade dos chatbots de responder rapidamente a perguntas e correções.
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A empresa destaca que usuários experientes tendem a monitorar e intervir nas ações dos agentes de IA, em vez de aceitar automaticamente as sugestões. Isso sugere que a interação imediata e a capacidade de correção dos chatbots são cruciais para a aceitação e o uso contínuo da IA pelos usuários.
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