Hungria Mobiliza Tropas e Proíbe Drones em Reação a Acusações da Ucrânia Sobre Energia

Hungria intensifica segurança energética após acusações da Ucrânia! 🚨 Primeiro-ministro Viktor Orbán anuncia mobilização de tropas e proibição de drones. A crise energética se agrava com alegações de sabotagem ucraniana no oleoduto Druzhba. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Tensão Energética: Hungria Aumenta Segurança Após Acusações da Ucrânia

Em uma publicação no X nesta quarta-feira (25 de fevereiro de 2026), o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, anunciou o reforço da segurança em instalações críticas de energia do país. A medida ocorre após a alegação de que a Ucrânia estaria deliberadamente dificultando o fornecimento de energia.

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Orbán não apresentou evidências concretas para sustentar suas acusações.

Nos últimos dias, o governo de Budapeste tem acusado Kiev de atrasar ou reter entregas de petróleo russo, proveniente do oleoduto Druzhba, que atravessa o território ucraniano e abastece refinarias na Hungria e na Eslováquia. Essas alegações geraram forte reação.

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Autoridades ucranianas negaram veementemente as acusações, afirmando que os ataques que teriam afetado o oleoduto foram resultado de um ataque com drone russo. O vídeo publicado por Orbán nas redes sociais detalhou a preocupação do governo com a situação.

“O governo ucraniano está promovendo um bloqueio de petróleo para pressionar a Hungria e a Eslováquia”, declarou Orbán. “Nossos serviços de segurança indicam que a Ucrânia está preparando novas ações para interromper a operação do sistema energético da Hungria.

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Não vamos ceder a chantagens!”

“Mobilizaremos soldados e os equipamentos necessários para repelir ataques nas proximidades de instalações-chave de energia”, afirmou o primeiro-ministro. “A polícia fará patrulhamento com forças reforçadas ao redor de usinas designadas, estações de distribuição e centros de controle”.

Adicionalmente, Orbán decretou a proibição de operações com drones no condado de Szabolcs-Szatmár-Bereg, na fronteira com a Ucrânia, como medida preventiva.

A situação se agrava em um contexto de redução ou interrupção das importações de energia da Rússia por parte da maioria dos países europeus, desde fevereiro de 2022. No entanto, Hungria e Eslováquia mantiveram o fornecimento de petróleo e gás russos, graças a uma isenção temporária da União Europeia que permitiu a continuidade das compras.

Politicamente, Orbán tem intensificado o discurso crítico em relação à Ucrânia, em meio às eleições de 12 de abril, onde o partido Fidesz enfrenta uma forte concorrência da candidatura de centro-direita de Péter Magyar.

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