HRANA aponta 2.403 mortos e 18.137 presos no Irã em protestos

HRANA aponta 2.403 mortos em protestos no Irã. Organização detalha número, incluindo 12 menores. A HRANA afirma que dados são de casos identificados e verificados

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(Imagem de reprodução da internet).

De acordo com a Agência de Notícias dos Ativistas dos Direitos Humanos (HRANA), sediada nos Estados Unidos, pelo menos 2.403 manifestantes foram mortos no Irã desde o início dos protestos no final de dezembro. A organização detalhou que o número inclui 12 indivíduos menores de 18 anos.

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A HRANA afirma que os dados são baseados em casos identificados e verificados.

Aumento no Número de Prisões

Adicionalmente, a HRANA informou que pelo menos 18.137 pessoas foram presas desde o início dos protestos no país. A organização ressaltou que o número representa um aumento significativo em relação a relatórios anteriores.

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Contexto dos Protestos

Os protestos, que representam um desafio considerável ao regime iraniano, surgiram no final de dezembro, impulsionados por preocupações com a inflação. A situação se intensificou com o aumento repentino nos preços de produtos essenciais, como óleo de cozinha e frango, levando a lojas fechando e gerando mais agitação.

Um fator crucial para o aumento da insatisfação popular foi a decisão do banco central iraniano de interromper um programa que facilitava o acesso a dólares americanos para importadores. Essa medida contribuiu para o aumento dos preços e para o fechamento de muitos estabelecimentos comerciais, intensificando os protestos.

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Resposta do Governo e Reações Internacionais

O governo iraniano, liderado por uma facção reformista, tentou mitigar a crise oferecendo transferências diretas de dinheiro aos cidadãos, mas essa medida não conseguiu conter a crescente insatisfação. As manifestações, que incluíram a maior noite de protestos nacionais até então, levaram o Irã a um isolamento internacional.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, expressou preocupação com a situação e ameaçou tomar medidas, enquanto o líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, atribuiu a responsabilidade dos protestos aos Estados Unidos.

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