Howard Tullman: IA já chegou e empresas que resistem estão perdendo!
Howard Tullman alerta: IA já transformou o mercado! Empresas que resistem ficam para trás. Descubra os erros que você precisa evitar!
Inteligência Artificial nas Empresas: O Medo e a Necessidade de Ação
A discussão sobre a inteligência artificial no ambiente corporativo frequentemente começa com um receio generalizado – e muitas vezes termina em uma estagnação. Enquanto alguns executivos ainda se debatem sobre a adoção da IA, concorrentes já a incorporaram em seus processos de trabalho, transformando-a em uma ferramenta essencial.
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A questão central deixou de ser se a empresa deve ou não investir em IA, e passou a ser como otimizar essa tecnologia para obter o máximo de resultados. O investidor e executivo Howard Tullman enfatiza que a IA já está em pleno funcionamento e que esperar por um convite formal para se juntar a essa revolução significa ficar para trás.
O desafio estratégico atual é pensar na IA como uma parceira operacional, e não como uma substituta para os colaboradores. Tullman acredita que a IA não irá “pular” as indústrias nem desacelerar o ritmo das empresas devido à resistência cultural.
Pelo contrário, os modelos de IA estão se tornando cada vez mais rápidos, precisos e abrangentes a cada mês.
Gestores que resistem à IA frequentemente baseiam suas decisões em experiências iniciais frustrantes. Tullman aponta três pontos cruciais a serem considerados. Em primeiro lugar, é fundamental reconhecer que testes com versões básicas e gratuitas de modelos de IA, como o ChatGPT, não refletem o estado atual da tecnologia.
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Avaliar a IA com base nessas ferramentas seria como tentar cortar cabelo com um machado – o resultado será insatisfatório.
Em segundo lugar, o uso da IA sem uma metodologia estruturada pode gerar resultados superficiais ou inconsistentes. O erro comum de permitir que colaboradores explorem a IA sem treinamento adequado contribui para o surgimento de profissionais especializados em engenharia de prompts, que se tornaram altamente demandados.
Saber “conversar” com a máquina é essencial para garantir a qualidade da entrega.
Por fim, Tullman ressalta que muitas empresas precisarão de suporte externo especializado. No entanto, esse talento é escasso, caro e difícil de supervisionar. Projetos podem ultrapassar o orçamento e perder o controle se não houver uma governança clara.
A recomendação é estruturar processos antes de escalar iniciativas.
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