Hilton denuncia “clube para criminosos”: escândalo na morte de PM e risco de impunidade!
Deputada Hilton explode contra caso Rosa Neto! Justiça Militar favorece oficial? Suspeita de suicídio e aposentadoria chocam!
A deputada federal do Psol-SP, Hilton, manifestou sua preocupação e críticas em relação à forma como a Polícia Militar de São Paulo e a Justiça Militar estão conduzindo o caso do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, que está preso sob suspeita de ter matado sua esposa, a soldado PM Gisele Alves Santana.
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A parlamentar questiona a concessão de aposentadoria ao oficial e o tratamento dado às investigações pelas autoridades.
Críticas ao Tratamento e Possível Influência
Hilton argumenta que o acolhimento do tenente-coronel em uma unidade prisional destinada a policiais se assemelha a um “clube para policiais criminosos”. Além disso, ela expressa ceticismo em relação à Justiça Militar, considerando que a instância pode favorecer o acusado, potencialmente concedendo a aposentadoria sem uma análise completa das evidências.
A deputada acredita que há uma possível interferência durante a investigação inicial.
Manipulação e Benefícios Inadequados
A deputada destaca que a cena do crime foi possivelmente alterada para simular um suicídio, e que a prisão do tenente-coronel ocorreu apenas um mês após o ocorrido. Ela também aponta para o fato de o oficial ter conseguido se aposentar com um salário mensal de aproximadamente R$ 30 mil, o que ela considera um benefício inadequado diante das circunstâncias.
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Investigação e Decisões da PM
A Polícia Militar aposentou o tenente-coronel com salário integral, e formalizou a transferência para a reserva da corporação. O oficial, de 53 anos, está preso preventivamente desde 18 de março no Presídio Militar Romão Gomes. A transferência para a reserva se deu a pedido do próprio tenente-coronel, com base em critérios proporcionais de idade.
Dados indicam que o último salário bruto do oficial superava R$ 28.000, e o benefício deve ficar próximo de R$ 20.000 após a aplicação da proporcionalidade.
Evidências e Suspeitas
Gisele foi encontrada morta em 18 de fevereiro, no apartamento do casal, no Brás. O caso começou sendo tratado como suicídio, mas passou a ser considerado fraude processual após a análise de laudos periciais, depoimentos e dispositivos eletrônicos.
A investigação aponta que o disparo foi feito com a arma encostada na cabeça, em trajetória incompatível com um disparo feito pela própria vítima. Peritos também identificaram marcas no rosto e no pescoço de Gisele, além de hematomas nos olhos, indicando que ela teria sido agredida e imobilizada antes da morte.
Há indícios de manipulação da cena do crime e contradições no relato do oficial.
Situação Atual
O inquérito policial militar está em fase final e será encaminhado à Justiça. O tenente-coronel permanece preso preventivamente por decisão judicial.
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