Haddad provoca Tarcísio e Flávio em entrevista explosiva e reveladora!

Ministro Haddad provoca Tarcísio e Flávio Bolsonaro em entrevista explosiva! Revela fatos polêmicos sobre arrecadação e imposto de renda. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Ministro da Fazenda e Troca de Farpas em Entrevista

Em entrevista ao podcast Flow News, nesta sexta-feira (27 de fevereiro de 2026), o ministro da Fazenda, em declarações que geraram repercussão, ironizou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e o senador e pré-candidato à Presidência pelo PL-RJ, sem mencionar o nome do político.

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A entrevista foi marcada por provocações e comentários sobre a gestão tributária.

Durante a conversa, o ministro, ao ser questionado sobre as recentes implementações de tributações, admitiu ter feito uma “provocaçãozinha” direcionada a Tarcísio. Ele argumentou que grande parte da arrecadação proveniente da taxa sobre compras internacionais é, na verdade, destinada aos governos estaduais.

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O ministro ressaltou que a discussão sobre a taxa muitas vezes ignora essa contribuição estadual.

Haddad enfatizou que a cobrança da ICMS sobre compras online, como a realizada pela Shopee, é apenas um reflexo dessa realidade. Ele criticou a tendência de culpar o governo federal por questões que envolvem responsabilidades compartilhadas com os estados.

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O ministro afirmou que a maioria dos governadores também cobra impostos sobre compras online.

“Mais da metade da taxa das blusinhas vai para os governos estaduais. Ninguém pergunta pros governadores sobre isso”, declarou Haddad, em tom de provocação, aparentemente visando desviar a atenção da responsabilidade para os governos estaduais.

O ministro pareceu brincar com a situação, visando desviar a responsabilidade para os governos estaduais.

Provocação a Flávio Bolsonaro

Além de Tarcísio de Freitas, o ministro também ironizou Flávio Bolsonaro, mencionando a lei que ampliou a isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5.000, proposta pelo presidente (PT) em novembro. Haddad apontou que o projeto foi uma promessa do pai de Flávio, o ex-presidente (PL).

“O Jair [Bolsonaro] falou que ia isentar até R$ 5 mil e não cumpriu. O Flávio foi votar na isenção de até R$ 5 mil. Sabe o que ele falou? ‘Eu vou votar a favor do governo —não falou Lula— para cumprir a promessa do meu pai’. Ou seja, como meu pai não tem palavra…”, concluiu o ministro, em tom de crítica à promessa não cumprida.

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