Haddad critica senador no X: “Bolsonarinho” erra sobre Imposto de Renda em 2026!

Haddad critica fala de senador sobre reforma tributária em vídeo no X
O ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad, utilizou seu perfil no X na quarta-feira, dia 22 de abril de 2026, para criticar uma declaração feita por um senador do PL-RJ, a quem chamou de “Bolsonarinho”.
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Na publicação, Haddad abordou o tema da tributação, afirmando que o vídeo em questão misturava informações incorretas sobre o recolhimento de impostos por empresários.
Esclarecimentos sobre o Imposto de Renda
Haddad detalhou que a alegação de que empresários que transferem mais de R$ 50.000 da empresa para contas pessoais pagarão 10% a mais de imposto não corresponde à realidade. Ele esclareceu que, se o imposto já foi pago pela alíquota integral na empresa, não haverá cobrança adicional.
Foco da Reforma e Impacto nos Rendimentos
O ex-ministro defendeu a reforma do Imposto de Renda, apontando que o aumento da carga tributária recairá sobre quem possui rendimentos superiores a R$ 1 milhão anualmente.
Segundo Haddad, a intenção não é prejudicar profissionais liberais que dependem de seu trabalho. Ele criticou a fala, argumentando que ela parece sugerir um absurdo ao cobrar de quem ganha muito e, segundo ele, não contribui adequadamente.
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Comparação com Períodos Anteriores
Haddad também fez uma comparação com o período do governo do PL, alegando que, naquela época, quem ganhava R$ 2.000 por mês pagava imposto, enquanto quem recebia R$ 50.000 não pagava nada.
Ele reforçou sua crítica ao governo anterior, dizendo que Bolsonaro foi ainda mais severo ao congelar a tabela do imposto no meio da pandemia, em um cenário de alta inflação de alimentos.
A Correção da Injustiça Fiscal
O ex-ministro explicou que o objetivo da mudança foi corrigir essa injustiça, atualizando a tabela do Imposto de Renda. Ele enfatizou que o sistema atual beneficia quem ganha até R$ 5.000 sem pagar nada, e quem paga mais é quem ultrapassa o limite de um milhão de reais.
Haddad concluiu que o que foi feito foi um avanço para corrigir desequilíbrios fiscais, algo que ele considera fundamental para a justiça social.
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