Guilherme Mello Surpreende: Mudança de Tom e Revela Segredos do Banco Central!

Guilherme Mello surpreende com mudança de tom! Em 2026, o ex-secretário Mello revisita críticas ao Banco Central e Gabriel Galípolo. Leia mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Mudanças de Tom na Análise da Política Monetária

Em fevereiro de 2026, o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello, adotou um tom mais moderado durante a apresentação antecipada do balanço macrofiscal do governo. Essa mudança contrasta com declarações feitas em março de 2023, quando expressou preocupação com a atuação da autoridade monetária, especificamente com o Banco Central, e sua possível sinalização de aumento da taxa Selic.

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Na época, Mello havia afirmado não se surpreender com a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de manter a Selic em 13,75% ao ano, mas admitiu estar “pouco preocupado” com o comunicado. Ele argumentava que havia espaço técnico para a redução da taxa básica, considerando a desaceleração inflacionária, a ausência de choques externos relevantes e o bom desempenho do mercado de trabalho.

Análise Técnica e o Cenário Macroeconômico

Mello enfatizou que sua posição em 2023 se baseava em uma análise técnica do cenário macroeconômico, similar àquela adotada atualmente. Ele esclareceu que suas declarações não representavam uma acusação de motivação política, mas sim uma dúvida sobre a interpretação do comunicado do Banco Central.

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Reafirmação da Separação Institucional

Durante a apresentação, Mello reforçou a importância da separação institucional entre política fiscal e monetária, destacando que cada órgão atua “no seu quadrado”. Ele explicou que o Banco Central utiliza a política fiscal como insumo dos seus modelos e faz uma avaliação técnica, enquanto o Ministério da Fazenda faz o mesmo com a política monetária, sem projetar ou julgar o que o Banco Central deve ou não fazer.

Relações Institucionais e o Futuro da SPE

Questionado sobre especulações sobre sua possível nomeação para a diretoria da autarquia, Mello negou ter recebido convite e afirmou estar à disposição do presidente Lula e do ministro da Fazenda. Ele também evitou comentar sobre quem poderia assumir seu lugar na Secretaria Especial de Política Econômica (SPE), mantendo uma relação próxima com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, com quem se diz “amigo de longa data, desde a faculdade”.

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