Inflação de 2025: Sucesso na coordenação fiscal e monetária, diz Mello. IPCA ficou em 4,26%, menor desde 2018.
O secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello, atribuiu a inflação de 2025 ao sucesso na coordenação entre as políticas fiscal e monetária. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mediu a inflação no Brasil durante o ano, registrou uma taxa de 4,26%, abaixo do limite máximo da meta estabelecida.
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Mello enfatizou que a harmonização entre as políticas fiscal e monetária, notável principalmente entre o segundo trimestre de 2024 e o segundo trimestre de 2025, foi crucial para o controle da inflação. Ele descreveu a situação como uma “coordenação grande” para reduzir as pressões inflacionárias.
A taxa básica de juros, definida pelo Banco Central, estava em 15%. O Banco Central utiliza a Selic como principal ferramenta para controlar a inflação, adotando uma política contracionista para manter a inflação dentro da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).
O ministro substituto da Fazenda, Dario Durigan, também celebrou o resultado. Em sua avaliação, os 4,26% de inflação representam o menor IPCA desde 2018, embora ressaltasse que o desemprego naquele ano estava em 11,6%, enquanto atualmente é de 5,2%.
Ele destacou que o governo está entregando inflação e desemprego baixos.
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O desempenho de 2025 é o melhor desde 2018, quando a inflação oficial foi de 3,75%. A taxa de 4,26% também ficou abaixo das expectativas do mercado, que projetavam uma variação entre 4,3% e 4,4%.
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