Guiana brilha com expansão econômica! Petróleo impulsiona crescimento e atrai investimentos globais. Novo gasoduto e energia renovável transformam o país. Saiba mais!
A Guiana está vivenciando um período de expansão econômica notável, impulsionada principalmente pela exploração de petróleo. O país se estabeleceu como uma das nações que mais crescem no mundo, com pagamentos em dinheiro provenientes da extração de petróleo.
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Atualmente, o governo está focando em diversificar a economia, investindo em setores como gás natural e energia.
Uma parte crucial desse planejamento é a construção de um novo gasoduto, que tem como objetivo transportar o gás natural extraído dos campos marítimos até a costa. O produto será utilizado para gerar energia e em outros projetos de desenvolvimento.
O projeto em Berbice, a cidade portuária, deve ser concluído “muito em breve”, conforme anunciado na Conferência de Energia da Guiana, em Georgetown, na terça-feira, 17.
Além do gasoduto, a Guiana também está investindo em energia renovável. O governo anunciou a construção de uma hidrelétrica de 165 megawatts na cachoeira de Amaila Falls, um projeto que promete contribuir para a diversificação da matriz energética do país.
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O crescimento da Guiana chamou a atenção de grandes empresas, como a ExxonMobil, que demonstrou compromisso com o desenvolvimento do gás natural do país. O governo busca investimentos para dois novos aeroportos internacionais e está em negociações com o Suriname para um projeto de integração de petróleo em alto-mar.
O governo pressiona a ExxonMobil a desenvolver projetos que utilizem gás natural, incluindo plantas petroquímicas e possíveis data centers, visando diversificar o setor de energia do país além do petróleo. A ExxonMobil, em parceria com Chevron e CNOOC, lidera o consórcio responsável pela operação do Bloco Stabroek, a principal fonte de petróleo da Guiana.
A situação política e econômica na Venezuela intensificou a atenção na região. A invasão dos Estados Unidos no país, sob a presidência de Donald Trump, que solicitou investimentos de US$ 100 bilhões para reativar o setor petrolífero venezuelano, pode influenciar o cenário.
Essa situação também levou a uma interrupção da exploração em cerca de 30% do Bloco Stabroek, devido a uma disputa fronteiriça.
Especialistas, como Henry Ziemer, do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais, avaliam que as chances de conflitos políticos entre os países são baixas, e que a Guiana tem potencial para se beneficiar da remoção de Nicolás Maduro do poder na Venezuela.
O CEO da Exxon, Darren Woods, também expressou otimismo, afirmando que a captura e remoção de Maduro podem levar a melhores condições operacionais na Guiana, com discussões contínuas entre o governo guianense e a ExxonMobil sobre o desenvolvimento de usos industriais de gás onshore.
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