Grupo Fictor sob fogo da CVM: modelo de captação e promessas de lucro chocam investidores!
Grupo Fictor sob fogo da CVM: modelo de investimento suspeito! Investidores alertados sobre promessas de alta rentabilidade. Saiba mais.
Grupo Fictor Sob Investigação da CVM por Modelo de Captação de Recursos
O Grupo Fictor, que entrou com pedido de recuperação judicial na Justiça de São Paulo, está sendo investigado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) devido ao seu modelo de captação de recursos e às promessas de alta rentabilidade aos investidores.
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A informação foi apurada pela CNN. A situação se agrava com o fato de a empresa ter atrasado o pagamento de Sociedades em Conta de Participação (SCP).
Nesse modelo de investimento, o Grupo Fictor desenvolve um negócio, e o investidor, ou sócio participante, aporta recursos, recebendo uma parte dos lucros. A Associação Brasileira de Assessores de Investimento (Abai) levantou a questão junto à CVM, questionando se a entidade tinha conhecimento desse modelo de captação, que opera fora do mercado regulamentado, e se estava ciente das promessas de rentabilidade elevadas oferecidas por alguns produtos.
A Abai expressou preocupações sobre a falta de transparência associada a esse tipo de modelo, que não está sob a supervisão da CVM. Em resposta ao caso, a associação apenas recomendou que os investidores fiquem atentos a promessas de ganhos altos, rápidos ou sem risco.
A Abai enfatizou a importância de verificar se a empresa, o profissional e o produto estão devidamente autorizados e/ou registrados nos sites dos órgãos reguladores, como a CVM e o Banco Central, antes de qualquer investimento. A CVM informou que o caso está sendo analisado no âmbito de um processo em análise na Superintendência de Registros de Valores Mobiliários, mas não comentou sobre o caso específico.
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O Grupo Fictor foi procurado para se manifestar sobre o caso, mas não respondeu até o momento da publicação da reportagem. A empresa ganhou destaque no ano anterior ao tentar adquirir o Banco Master, que, inclusive, alega que a “crise reputacional” gerada pela tentativa contribuiu para a deterioração da situação financeira da instituição.
Até a véspera da liquidação do Banco Master, o Grupo Fictor havia recebido cerca de R$ 3 bilhões em aportes de seus sócios participantes. Após essa data, entre 30 de junho e 30 de julho, os pedidos de retirada de dinheiro atingiram aproximadamente 71% desse montante, segundo a instituição.
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