Tensão na Groenlândia: EUA e Rússia se enfrentam pela ilha dinamarquesa. Trump pode anexar Groenlândia com apoio de especialistas. Rússia denuncia ameaças e nega planos na região
A disputa pela Groenlândia, um território dinamarquês, reacendeu tensões entre os Estados Unidos e a Europa. O porta-voz do Kremlin, Peskov, afirmou que o presidente dos EUA, Trump, entrará para a história mundial caso anexe a ilha, com o apoio de especialistas internacionais.
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A declaração surge em meio a alegações de que Trump busca frear ambições russas no Ártico, justificando a iniciativa com argumentos sobre a segurança da região.
O Ministério das Relações Exteriores da Rússia classificou como “inaceitável” as alegações ocidentais sobre ameaças russas e chinesas à Groenlândia. A Rússia nega ter planos para a região e ressalta que os EUA não apresentaram evidências que comprovem tais intenções.
A situação, por sua vez, tem gerado críticas e ironias por parte de auxiliares do presidente russo, com divergências de opiniões sobre o impasse.
Figuras do governo russo, incluindo o ex-presidente do Conselho de Segurança, Medvedev, e o enviado especial de Putin ao Fórum Econômico Mundial, Dmitriev, utilizaram as tensões para provocar os líderes europeus. Dmitriev, em particular, sugeriu que a anexação poderia levar ao “colapso da união transatlântica”, gerando debates em fóruns internacionais como o Fórum do Ártico.
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O presidente Putin, por sua vez, expressou preocupação com as movimentações militares da OTAN na região, reforçando o monitoramento da situação e a modernização das forças armadas russas.
A disputa pela Groenlândia interessa à Rússia por dois motivos principais: o desgaste da relação entre os países da OTAN e a guerra na Ucrânia. Putin já havia alertado sobre os planos dos EUA em relação à ilha em 2025, e continua acompanhando de perto a situação, buscando fortalecer sua posição nas negociações com os europeus.
A tensão na Groenlândia representa um ponto focal nas relações geopolíticas internacionais, com implicações para a segurança e a estabilidade da região do Ártico.
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