O chefe da Patrulha da Fronteira, Gregory Bovino, e alguns de seus agentes deixarão Minneapolis na terça-feira (27). A decisão visa retornar os agentes aos seus setores de atuação, conforme informado por fontes à CNN.
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Contexto da Repressão à Imigração
Essa mudança ocorre após o anúncio do envio do czar da fronteira da Casa Branca, Tom Homan, para Minneapolis, em decorrência do tiroteio fatal de sábado. A Casa Branca declarou que Homan assumirá a gestão das operações do ICE na cidade.
Insatisfação Governamental
Funcionários do governo expressaram frustração no fim de semana, especialmente com a forma como Bovino e a Secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, lidaram com as consequências do assassinato de Alex Pretti em Minneapolis.
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Reação à Crítica
Apesar da entrevista de Bovino à CNN e da coletiva de imprensa no domingo, as críticas e contradições do governo persistiram, segundo autoridades à CNN.
Classificação e Contestações
A controvérsia se intensificou após a classificação de Pretti como “terrorista doméstico” por Noem, uma alegação não comprovada. A secretária de imprensa Karoline Leavitt esclareceu que a Casa Branca não adotava essa posição, e que Homan seria o principal contato em Minneapolis, enquanto Bovino continuaria a liderar a agência em todo o país.
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Tom Conciliatório
Na segunda-feira (26), o presidente Donald Trump e o governador de Minnesota, Tim Walz, adotaram um tom mais conciliatório após uma conversa telefônica sobre a aplicação das leis de imigração. Essa iniciativa busca encerrar um impasse relacionado à campanha de deportação, que já resultou na morte de dois cidadãos americanos em Minneapolis.
