GPA em crise: Grupo Pão de Açúcar enfrenta incertezas e risco de continuidade

GPA enfrenta crise! Dívidas e prejuízos alarmam e ameaçam continuidade. CEO prevê cortes drásticos em 2026. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

GPA Expressa Dúvidas Sobre Sua Continuidade Operacional

O Grupo Pão de Açúcar (GPA) manifestou preocupações sobre a sustentabilidade de suas operações após a divulgação dos resultados do quarto trimestre de 2025. Em um comunicado divulgado na noite de terça-feira (24), a empresa revelou que, ao final do ano passado, a companhia registrava um déficit de capital líquido próximo a R$ 1.224, resultado de empréstimos e debêntures com vencimento em 2026 no valor de R$ 1.700.

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Apesar de apresentar melhorias na geração de caixa operacional e em outros indicadores-chave, o GPA continuou a registrar prejuízos nos últimos três meses de 2025. A administração da empresa está implementando um conjunto de medidas que incluem negociações para alongar os prazos de pagamento de dívidas, reduzir os custos financeiros e aproveitar créditos tributários disponíveis.

A empresa ressaltou que os resultados financeiros foram elaborados com base no pressuposto de continuidade operacional. No entanto, reconheceu a incerteza em relação à capacidade da companhia de manter suas operações, argumentando que as demonstrações financeiras não contemplam ajustes para possíveis impactos futuros na recuperabilidade de ativos e passivos decorrentes dessa situação.

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Em um contexto de desempenho inferior às expectativas, a receita líquida da companhia caiu 2% em comparação com o quarto trimestre de 2024, atingindo R$ 5,11 bilhões. Durante uma videoconferência realizada na manhã de quarta-feira (25), o CEO, Pedro Santoro, enfatizou o foco na redução de despesas, mas destacou que o fechamento de lojas é considerado uma medida extrema.

Santoro também mencionou a necessidade de uma mudança estrutural e cultural dentro da empresa, com uma revisão completa de todas as despesas. Em relação aos investimentos para 2026, o CEO afirmou que o montante deve ser, no mínimo, a metade do que foi investido no ano anterior.

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Após a divulgação dos resultados e os comentários de Santoro, as ações do GPA apresentavam uma queda de quase 2% nos primeiros negócios.

A administração da companhia informou que continuará monitorando as iniciativas e a evolução dos indicadores de liquidez, podendo adotar medidas adicionais para reverter a situação do grupo.

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