Governos de Catar, Jordânia e Netanyahu em Conselho de Paz em Gaza

Governos de Catar, Jordânia e outros anunciam participação no Conselho de Paz em Gaza. Trump convida países a participarem da missão em Gaza

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(Imagem de reprodução da internet).

Governos de Catar, Jordânia e outros anunciam participação no Conselho de Paz em Gaza

Os governos do Catar e da Jordânia anunciaram nesta quarta-feira (21) que aceitam o convite do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para participar do Conselho de Paz que supervisionará o desenvolvimento do cessar-fogo na Faixa de Gaza. O Egito, Paquistão, Emirados Árabes e Turquia também se juntaram a essa iniciativa.

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O Ministério das Relações Exteriores saudita confirmou que os departamentos homólogos de outros países “acolhem o convite feito aos seus líderes” por Trump para participar deste Conselho de Paz, que será liderado pelo próprio presidente americano.

O objetivo principal do conselho é garantir a implementação do cessar-fogo e apoiar a reconstrução de Gaza.

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Segundo o comunicado, os países membros assinarão os documentos de adesão de acordo com seus procedimentos legais. O Egito, Paquistão e Emirados Árabes já haviam anunciado separadamente sua inclusão neste órgão supervisor.

Os responsáveis pelas Relações Exteriores dos países reiteraram seu apoio aos “esforços de paz liderados pelo presidente Trump” e reafirmaram “o compromisso de seus países em apoiar a implementação da missão do Conselho de Paz como administração de transição”.

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A missão deve consolidar um cessar-fogo permanente, apoiar a reconstrução de Gaza e promover uma paz duradoura, baseada no direito palestino à autodeterminação.

Washington informou que o conselho contará com a aprovação do Conselho de Segurança da ONU, embora a proposta tenha gerado preocupações em alguns países devido ao risco de se tornar um mecanismo paralelo ao sistema multilateral das Nações Unidas.

A Casa Branca indicou que o conselho será presidido por Trump e terá um conselho executivo composto por figuras do seu círculo político e empresarial.

Benjamin Netanyahu também aceitou o convite do presidente dos Estados Unidos, para se unir ao Conselho de Paz.

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