Governo surpreende com superávit de R$ 3,5 bi e exclusão de R$ 48 bi!

Governo surpreende com superávit de R$ 3,5 bi! Ajustes drásticos e exclusão de R$ 48,7 bi mudam cenário fiscal. Será que é sustentável? Saiba mais!

24/03/2026 17:00

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(Imagem de reprodução da internet).

O governo federal projeta um superávit primário de R$ 3,5 bilhões para o ano de 2026. Essa estimativa representa uma diferença significativa em relação à meta original, que previa um saldo de R$ 34,3 bilhões. O primeiro relatório bimestral de avaliação de receitas e despesas, divulgado pelo Ministério do Planejamento e Orçamento, detalha essa mudança.

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Ajustes no Orçamento

Para alcançar o novo objetivo, o Ministério do Planejamento e Orçamento implementou um congelamento de R$ 1,6 bilhão em gastos públicos discricionários. Essa medida foi tomada em um ano eleitoral, visando o cumprimento das metas fiscais. O congelamento se concentra em despesas que o governo tem maior controle.

Metas e Tolerâncias

A meta fiscal para 2026 é um superávit primário de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), o que equivale a R$ 34,3 bilhões. Existe uma tolerância de 0,25 ponto percentual, o que significa que o governo pode entregar as contas com um saldo de R$ 0, caso a meta seja atingida com precisão.

Revisão de Gastos e Contingenciamento

O governo revisou as despesas do Orçamento, que estavam acima do limite estabelecido pelo arcabouço fiscal. A equipe econômica também considerou a possibilidade de contingenciamento, que é uma medida utilizada quando há frustração de receitas esperadas nas contas públicas.

Felizmente, não foi necessário recorrer a essa medida.

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Despesas Excluídas do Cálculo

Para atingir a meta fiscal, o governo removeu de R$ 48,7 bilhões em despesas consideradas atípicas do cálculo. Essas despesas incluem precatórios excedentes, ressarcimento de beneficiários do INSS, despesas temporárias de educação e saúde, e projetos estratégicos de defesa nacional.

Essa exclusão foi crucial para o ajuste nas contas públicas.

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