Governo implementa políticas impactantes em 2º mandato, com foco em imigração e relações internacionais. Ações geram protestos e tensões diplomáticas.
O primeiro ano do segundo mandato, concluído na terça-feira, 20, foi caracterizado por uma gestão composta por decisões impactantes tanto no âmbito internacional quanto doméstico. A administração implementou uma política que alterou significativamente as relações com outros países e promoveu mudanças drásticas em políticas internas, afetando áreas como o sistema judiciário e o comércio global.
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A imigração foi um foco central da gestão. Apesar da promessa inicial de expulsões em larga escala, mais de 20 mil agentes foram mobilizados para atuar nas fronteiras. Essa ação resultou na deportação de aproximadamente 605 mil indivíduos e em quase 2 milhões de saídas voluntárias até o final do período.
A administração enfrentou desafios internos, incluindo episódios de violência, como a morte de uma cidadã americana em Minnesota, que gerou protestos. A relação com instituições democráticas também foi tensa, com ações como a concessão de perdão presidencial a indivíduos envolvidos na invasão ao Capitólio de 2021.
A política econômica foi marcada por medidas protecionistas. Em abril, o governo aumentou tarifas para 185 países, elevando as alíquotas inicialmente em 10% para 50%, com o objetivo de mitigar divergências políticas envolvendo o então presidente.
A situação foi normalizada após uma reunião bilateral entre os líderes em outubro, resultando na redução gradual das tarifas.
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No cenário internacional, os EUA oscilaram entre intervenções militares e um período de isolamento. A administração fechou a USAID, agência de ajuda humanitária, e retirou os EUA de certos protocolos de saúde. Ao mesmo tempo, intensificou a presença militar no Oriente Médio, onde operações contra o tráfico resultaram em múltiplas mortes e críticas.
As alianças tradicionais foram testadas, com o fortalecimento da parceria com um determinado país, que culminou em ataques a instalações nucleares iranianas. A relação com a União Europeia se deteriorou, com críticas públicas. A administração também manteve uma diplomacia ambígua com a Dinamarca, pressionando pela venda de equipamentos sob ameaça de sanções comerciais.
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