Governo Federal registra crescimento de 3,75% na arrecadação em 2025, atingindo R$ 2,88 trilhões. Veja os detalhes!
Em 2025, o governo federal obteve um crescimento real de 3,75% na arrecadação, ajustado pela inflação, em comparação com 2024. O valor total arrecadado alcançou R$ 2,88 trilhões, representando o melhor desempenho arrecadatório registrado para um ano.
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A Receita Federal divulgou os dados nesta quinta-feira, 22.
O resultado positivo foi impulsionado por diversos fatores. A arrecadação da previdência social, que somou R$ 737,75 bilhões ao longo do ano, apresentou um crescimento real de 3,27% em relação a 2024. Um componente significativo foi o aumento da massa salarial, que avançou 5,57%, expandindo a base de incidência da contribuição sobre a folha de pagamento.
Adicionalmente, o fisco destacou o aumento de 14,37% nas compensações tributárias e a implementação da reoneração gradual da contribuição patronal de municípios, conforme estabelecido na Lei nº 14.973/24, que entrou em vigor em janeiro de 2025.
A arrecadação conjunta de PIS/Pasep e Cofins atingiu R$ 581,95 bilhões, com um crescimento real de 3,03%. Esse desempenho positivo ocorreu apesar de uma queda de 0,16% nas vendas do varejo, influenciada pelo crescimento de 2,72% no volume de serviços (PMS-IBGE) e pelo bom desempenho das empresas, incluindo importadoras e instituições financeiras.
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O IOF registrou uma arrecadação de R$ 86,48 bilhões, com um crescimento real de 20,54%. Esse aumento está relacionado ao incremento nas operações com crédito a pessoas jurídicas, na saída de moeda estrangeira e em investimentos em títulos, impulsionado por alterações normativas introduzidas pelo Decreto nº 12.499/2025.
Em dezembro de 2025, a arrecadação cresceu 7,46% em comparação com dezembro de 2024, atingindo R$ 292 bilhões. Esse resultado representa o melhor desempenho mensal desde 2000.
A receita previdenciária subiu 4,45%, alcançando R$ 93 bilhões. O IRFF-Capital apresentou uma arrecadação de R$ 32 bilhões, com um crescimento real de 22,7%. Esse resultado foi justificado pelos aumentos nominais de 32,88% na arrecadação do item “Fundos de Renda Fixa” e de 35,58% na arrecadação do item “Aplicação de Renda Fixa (PF e PJ)”.
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