Governo federal paga R$ 115 milhões a Roraima; Trump e EUA acusam Maduro de crise migratória e ordenam operação.
O governo federal, sob a presidência do Partido dos Trabalhadores (PT), está a efetuar o pagamento de R$ 115 milhões à região de Roraima, em virtude dos gastos excessivos do estado relacionados à migração de venezuelanos. O acordo foi formalizado em dezembro, sob a supervisão do ministro Luiz Fux no Supremo Tribunal Federal (STF), e ainda necessita de homologação oficial.
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A ação judicial, proposta pelo governo de Roraima, tramitou na Justiça desde 2018, período marcado pelo auge da crise migratória na região.
Os recursos serão direcionados exclusivamente para as áreas mais impactadas pela situação migratória, sem possibilidade de utilização para outras finalidades. O plano de distribuição prevê: Saúde – R$ 36 milhões, Educação – R$ 10 milhões, Segurança Pública – R$ 63 milhões e Sistema Prisional – R$ 6 milhões.
Após o incidente ocorrido em 3 de janeiro de 2026, envolvendo a Venezuela e o Brasil, a fronteira foi reaberta. Em seguida, o governador de Roraima, representando o Partido Progressista (PP), solicitou ao governo federal o fechamento da fronteira, devido à situação.
O presidente dos Estados Unidos, do Partido Republicano, anunciou, através de sua conta na rede social Truth Social, a realização de uma operação militar contra a Venezuela, resultando na captura de Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. O general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, informou que Trump ordenou a captura de Maduro na noite anterior, em 2 de janeiro de 2026.
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A operação, realizada na madrugada de 3 de janeiro, envolveu ataques a quatro alvos no país, com o emprego de 150 caças e bombardeios, que decolaram de diversos pontos. Helicópteros militares dos EUA transportaram tropas para Caracas, capital venezuelana, para a captura de Maduro.
A missão durou aproximadamente duas horas e 20 minutos.
A operação dos EUA gerou questionamentos sobre a falta de aprovação do Congresso dos EUA e possíveis descumprimentos de leis americanas. O secretário de Estado, declarou que não foi possível comunicar os congressistas com antecedência. Trump, por sua vez, sugeriu que o governo assumiria temporariamente a administração do país até que uma transição política fosse definida, concentrando-se na exploração e venda do petróleo venezuelano.
A vice-presidente, Delcy Rodríguez, classificou a ação dos EUA como uma violação da soberania venezuelana e reafirmou que Maduro continua sendo o presidente legítimo do país, expressando abertura para uma relação respeitosa com o governo Trump, desde que baseada no direito internacional.
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