Governo dos EUA se prepara para tarifas da Suprema Corte após Trump

Governo dos EUA se prepara para tarifas após decisão da Suprema Corte. Secretário do Tesouro, Scott Bessent, alerta para possíveis medidas caso a corte julgue as tarifas ilegais

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(Imagem de reprodução da internet).

Governo dos EUA Prepara-se para Possíveis Consequências de Decisão da Suprema Corte

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, afirmou nesta quinta-feira (8) que o governo americano está preparado para implementar novas medidas tarifárias caso a Suprema Corte dos EUA determine que as tarifas emergenciais impostas pelo presidente Donald Trump são ilegais.

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A declaração foi feita durante um evento do Clube Econômico de Minnesota, e reflete a preocupação com o futuro das tarifas, que foram implementadas como ferramenta de negociação com a China, México e Canadá, visando conter o tráfico de fentanil.

Preparação para Possíveis Ajustes nas Tarifas

A expectativa de uma decisão desfavorável da Suprema Corte aumentou após os argumentos apresentados em novembro no caso. Juízes de diferentes ideologias expressaram ceticismo sobre a aplicação da Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional para justificar as tarifas.

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O governo americano está se preparando para reagir a essa possível decisão, buscando alternativas para alcançar seus objetivos.

Estimativas de Custos e Reembolsos

Empresas, despachantes aduaneiros e advogados comerciais estão se preparando para uma possível disputa judicial e para a busca de reembolsos que poderiam chegar a US$ 150 bilhões. A Lei de 1977, que originou as tarifas, historicamente era utilizada para impor sanções e congelar ativos de países considerados adversários dos EUA.

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Previsões sobre Reembolsos

Estimativas apontam que o presidente Donald Trump não facilitará a obtenção de reembolsos. Jim Estill, presidente-executivo da Danby Appliances, uma empresa canadense, comentou que “não faz parte do DNA do governo devolver dinheiro”. As tarifas, que geraram US$ 133,5 bilhões entre fevereiro e dezembro, representam um marco na política comercial do país.

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