Governo de SP aluga espaço no Arena Tower para futura Cidade Administrativa. Nova sede da CGE SP e Corregedoria ganha 11,9 mil m² em SP.
Durante o quarto trimestre de 2025, o governo do Estado de São Paulo realizou uma importante locação no segmento imobiliário comercial da capital. A iniciativa envolveu o aluguel de 11,9 mil metros quadrados no Arena Tower, localizado na Avenida Marquês de São Vicente, na região da Barra Funda.
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O espaço estratégico se encontra dentro da Zona Descentralizada de São Paulo, que abrange áreas como Berrini, Marginal Morumbi, Marginal Sul, Marquês de São Vicente e Vila Leopoldina.
A absorção líquida na região da Barra Funda somou 172 mil metros quadrados. Apesar desse volume, a taxa de vacância na capital paulista permanece em 19,2%, segundo dados divulgados. O governo estadual justificou a locação como parte de um processo de reorganização administrativa, visando otimizar o uso de espaços e preparar o terreno para a futura Cidade Administrativa.
A nova sede abrangerá a Controladoria Geral do Estado (CGE SP) e a Corregedoria da Polícia Civil, com capacidade para acomodar aproximadamente 900 servidores públicos. A mudança faz parte de um plano mais amplo de racionalização de espaços, em preparação para a futura Cidade Administrativa, que concentrará toda a Administração Pública de São Paulo.
O projeto da Cidade Administrativa, com investimento estimado em R$ 6 bilhões, visa reunir as secretarias e órgãos estaduais atualmente distribuídos em mais de 40 endereços. A estrutura, localizada na região dos Campos Elíseos, deve receber cerca de 22 mil servidores.
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Além dos edifícios administrativos, o projeto inclui a requalificação urbana da área, com restauração de imóveis históricos, expansão de áreas verdes e a criação de espaços para comércio e serviços.
Um novo terminal de ônibus, integrado à estação Luz do Metrô e da CPTM, também está previsto. A concessão do projeto terá duração de 30 anos, e o critério de seleção da empresa vencedora será o maior desconto oferecido sobre a contraprestação pública mensal máxima, fixada em R$ 76,6 milhões.
A empresa concessionária será responsável pela operação e manutenção do complexo durante o período do contrato.
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