Governo de São Paulo apoia operação militar nos EUA e Venezuela em 2026

Governo de SP apoia operação militar nos EUAOU em Venezuela. Tarcísio de Freitas manifesta apoio à ação, buscando reconstrução política e econômica do país.

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Governo de São Paulo Manifesta Apoio à Operação Militar nos EUA

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), expressou apoio à operação militar realizada pelos Estados Unidos na Venezuela, em 3 de janeiro de 2026. De acordo com o governador, a ação representa o encerramento de um período problemático na história do país e abre caminho para a reconstrução política e econômica.

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Tarcísio criticou a falta de liderança regional do Brasil e a postura contrária do governo (PT), argumentando que o país poderia ter desempenhado um papel central na transição democrática na Venezuela.

Reações e Impacto Político

O governador ressaltou que a deposição do presidente Nicolás Maduro, do (PSUV, esquerda), foi bem recebida por governos sul-americanos, devido à natureza “insustentável” e prejudicial do regime venezuelano aos países vizinhos. Tarcísio lamentou a postura do Brasil e da Colômbia, observando que a América do Sul, em geral, está alinhada com o fim da ditadura na Venezuela.

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Ele enfatizou que o Brasil, com seu peso regional, poderia ter conduzido uma saída “menos abrupta, negociada” da crise.

Perspectivas Futuras e Oportunidades

O governador avaliou que a reconstrução da Venezuela, com a restauração da democracia e a convocação de eleições livres, é fundamental. Tarcísio destacou o potencial econômico do país no pós-Maduro, mencionando a retomada da infraestrutura e a atração de investimentos.

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Ele defendeu o reconhecimento rápido de um governo legítimo e democrático em Caracas, visando aproveitar as oportunidades que se abrem para o Brasil.

Reações Internacionais e Controvérsias

O presidente dos Estados Unidos, também do (Partido Republicano), anunciou a operação militar e a captura de Maduro em seu perfil na rede Truth Social. O general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, afirmou que Trump ordenou a captura de Maduro na noite da sexta-feira (2.jan.2026). A operação envolveu ataques a quatro alvos no país com 150 caças e bombardeios, que decolaram de diferentes pontos e neutralizaram sistemas de defesa aérea venezuelanos.

Helicópteros militares dos EUA transportaram tropas para Caracas, capital venezuelana para capturar Maduro.

Transição e Governança Temporária

Trump declarou que os Estados Unidos assumiriam temporariamente a administração do país até que uma transição política fosse definida. Ele disse que Rubio conversou com Rodríguez e que ela manifestou disposição para cooperar com ações lideradas pelos EUA.

Sobre a líder oposicionista María Corina Machado, vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2025, Trump disse que ela não teria apoio político suficiente para governar a Venezuela.

Posição da Vice-Presidente

A vice-presidente, Delcy Rodríguez, classificou a ação dos EUA como violação da soberania venezuelana e afirmou que Maduro continua sendo o presidente legítimo do país. Ela disse que a Venezuela está aberta a uma relação respeitosa com o governo Trump, desde que baseada no direito internacional.

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