Governo da Venezuela solta 116 presos políticos após detecção de oposição e ONGs. Família em angústia e oposição aponta números menores.
O governo venezuelano anunciou na segunda-feira (12) a libertação de 116 presos políticos, como parte de um processo gradual de soltura iniciado na semana anterior. A medida ocorreu após a detenção do presidente deposto, A, e a captura de membros da oposição e organizações não governamentais (ONGs).
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No entanto, a oposição e as ONGs relatam números de solturas inferiores.
Familiares dos presos permanecem em estado de angústia, acompanhando diariamente a situação em frente às prisões, na esperança de que seus entes queridos façam parte dos beneficiados. O Ministério do Serviço Penitenciário divulgou um comunicado informando que as liberações foram concedidas a indivíduos condenados por atos relacionados à perturbação da ordem constitucional e à tentativa de desestabilizar o país.
A ONG Foro Penal comunicou que, durante a madrugada de segunda-feira, houve a soltura de 24 presos, incluindo dois cidadãos italianos. A oposição informou a libertação de um líder jovem da oposição.
A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, expressou sua alegria e satisfação com a libertação dos italianos Alberto Trentini e Mario Burlò, que estão sob proteção na Embaixada da Itália em Caracas. Ela agradeceu ao governo da presidente interina venezuelana, Delcy Rodríguez, e informou que um avião de Roma partirá para buscar os presos.
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Um policial detido em dezembro sob a acusação de traição à pátria faleceu no sábado, durante a custódia. Organizações de direitos humanos estimam que o número de presos políticos na Venezuela varia entre 800 e 1.200.
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