Governo da Colômbia lança ‘Escudo Nacional Antidrones’ contra uso de drones em crimes
Colômbia lança ‘Escudo Nacional Antidrones’ com investimento de R$ 8,66 bi para combater uso de drones em ações criminosas. Iniciativa visa proteger população e forças de segurança
Colômbia Investe em Estratégia para Combater Uso de Drones em Ações Criminosas
O governo colombiano anunciou um investimento de mais de seis trilhões de pesos colombianos (aproximadamente 8,66 bilhões de reais) no projeto Escudo Nacional Antidrones. A iniciativa visa proteger a população civil e as forças de segurança contra o uso de drones em atividades criminosas.
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A informação foi divulgada pelo Ministério da Defesa no sábado, 10 de maio.
O ministro da Defesa, Pedro Sánchez Suárez, descreveu o projeto como “uma das estratégias mais ousadas e inovadoras” para a segurança e defesa nacional do país. Ele destacou que o plano responde a um “novo desafio” decorrente do aumento do uso de drones por grupos armados ilegais, incluindo guerrilheiros e quadrilhas criminosas.
O presidente Gustavo Petro determinou a alocação de cerca de um trilhão de pesos (aproximadamente US$ 269 milhões) para a primeira fase do projeto, com início previsto para 2026. Essa fase se concentrará na estruturação técnica e operacional do sistema, além do início da implantação das capacidades antidrones, em função da “importância estratégica” do programa e do seu objetivo central de salvar vidas.
Dados do Exército colombiano indicam que o primeiro ataque com drones realizado por grupos armados ilegais no país ocorreu em 26 de abril de 2024. Entre abril e dezembro de 2024, foram registrados 393 atentados utilizando esse tipo de equipamento.
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Para o desenvolvimento do Escudo Nacional Antidrones, foi formado um grupo multidisciplinar, composto por integrantes das Forças Militares e da Polícia Nacional, que fornecerão experiência operacional para definir e validar as especificações técnicas do sistema.
O Ministério da Defesa informou que as contratações para a implementação do sistema serão realizadas diretamente com os fabricantes ou seus representantes legais, com acompanhamento do Estado de origem das empresas e de suas embaixadas. O governo declarou que não aceitará propostas apresentadas por intermediários.
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