Governo Central Apresenta Déficit Surpreendente em Janeiro de 2026!

Governo Central Registra Déficit de R$ 62,7 Bilhões em Janeiro de 2026! 🚨 Dados revelam pressão fiscal e impacto no PIB. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Resultado Fiscal do Governo Central Revela Déficit em Janeiro de 2026

O governo central divulgou nesta quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026, dados referentes ao Resultado do Tesouro Nacional (RTN), indicando um déficit de R$ 62,7 bilhões em janeiro. Esse resultado acumulado em 12 meses representa 0,47% do Produto Interno Bruto (PIB), gerando pressão para o cumprimento da meta fiscal anual.

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Segundo o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, o déficit inicial reflete o crescimento das receitas administradas e o aumento das despesas obrigatórias no início do ano. A receita total alcançou R$ 322 bilhões em janeiro, com um aumento real de 2% em comparação com o mesmo mês de 2025.

A receita líquida, após as transferências para estados e municípios, cresceu 1,2%.

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No entanto, a despesa total atingiu R$ 1,85 bilhão, com um aumento real de 2,9%. O secretário Ceron ressaltou que o superávit do mês é resultado do desempenho positivo do Tesouro Nacional e do Banco Central do Brasil. A Previdência Social (RGPS) apresentou um déficit de R$ 20,6 bilhões em janeiro.

Apesar disso, a previsão oficial de déficit para o ano de 2026 é de 0,25% do PIB, ou R$ 22,9 bilhões. Ceron destacou que, no acumulado de janeiro de 2023 a janeiro de 2026, o déficit primário anualizado soma R$ 87,8 bilhões, equivalente a 0,42% do PIB, sendo o menor resultado negativo em ciclos recentes de governo.

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As receitas administradas pela Receita Federal do Brasil (RFB) subiram 3,7% em termos reais, impulsionadas principalmente pelo IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). A arrecadação previdenciária avançou quase 7%. Em contrapartida, as receitas não administradas diminuíram, devido à queda na exploração de recursos naturais.

Do ponto de vista das despesas, o gasto total corresponde a 18,8% do PIB, com 17,20% referentes a despesas obrigatórias e 1,61% a discricionárias. Os benefícios previdenciários aumentaram 5,3% no mês, enquanto as despesas com pessoal cresceram 10%, influenciadas por pagamentos de restos a pagar.

Rubricas como o Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica) e o BPC (Benefício de Prestação Continuada) tendem a apresentar alta real ao longo de 2026, segundo o secretário.

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