Governadores da oposição criam “Consórcio da Paz” após megaoperação no Rio
Governadores de oposição, como Zema, Caiado e Riedel, criam “Consórcio da Paz” após megaoperação no Rio. STF acompanha apuração com 121 mortos.
Um grupo de governadores de oposição, incluindo Romeu Zema (Minas Gerais), Ronaldo Caiado (Goiás), Eduardo Riedel (Mato Grosso do Sul) e Tarcísio de Freitas (São Paulo), se reuniram por videoconferência, com a participação da vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, representando Ibaneis Rocha.
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A reunião foi marcada pela avaliação da megaoperação contra o crime organizado nos complexos da Penha e do Alemão A. O objetivo principal foi a criação de um “Consórcio da Paz”, uma iniciativa para o compartilhamento de experiências e informações entre os estados no combate ao crime organizado.
Durante a reunião, houve críticas à operação e propostas para modificar a Emenda da Segurança Pública do Rio de Janeiro, que, segundo alguns governadores, compromete a autonomia das polícias estaduais. O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, reiterou a necessidade de classificar as facções criminosas como organizações narcoterroristas, argumentando que o terrorismo se define pela ação, e não pela motivação.
O Ministério da Justiça e Segurança Pública anunciou o envio de peritos criminais da Polícia Federal para o Rio de Janeiro. Paralelamente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou uma lei que criminaliza a obstrução e a conspiração em ações que dificultem o combate ao crime organizado, com pena de quatro a doze anos de prisão.
O presidente solicitou que os ministros confrontem as críticas ao governo e rebatam as acusações de falta de apoio ao Rio de Janeiro.
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O Supremo Tribunal Federal (STF) se envolveu nas apurações da megaoperação, que resultou em 121 mortos (incluindo policiais), 113 presos e 91 fuzis apreendidos. O secretário de Segurança do Rio de Janeiro, Victor Santos, afirmou que o governo do estado não tem nada a temer.
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