Governador de Goiás Aliança com Flávio Bolsonaro e Define Estratégia para as Eleições
Após anunciar a mudança do União Brasil para o PSD, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, participou da 13ª edição da Conferência Latino Americana de Investimentos (LAIC), realizada em São Paulo. Durante o evento, Caiado confirmou uma conversa com o senador e pré-candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro, e que o objetivo é aumentar as chances de um segundo turno positivo para a direita e centro-direita.
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Caiado enfatizou que não há conflitos internos entre os partidos envolvidos e que a união será fundamental para o segundo turno. Ele ressaltou que todos os participantes estarão alinhados com o candidato que obtiver mais votos no primeiro turno.
A LAIC também reuniu os governadores Ratinho Jr (PSD), do Paraná; Eduardo Leite (PSD), do Rio Grande do Sul, e Romeu Zema (NOVO), de Minas Gerais. Caiado destacou o desafio das eleições, não apenas vencer, mas também gerir o país, que ele descreveu como estando em uma “desordem organizacional montada”.
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O governador goiano informou que, caso seja escolhido para representar o PSD nas eleições de 2026, buscará alianças com outros partidos, como MDB e Republicanos.
Eduardo Leite, por sua vez, esclareceu que a escolha do representante da legenda não seguirá um critério definido, mas sim estará nas mãos do presidente da sigla, Gilberto Kassab. Ele afirmou que o espírito de Caiado, Leite e Ratinho Jr. converge em torno da visão do PSD, um partido com posicionamento no centro-direita, embora existam diferentes estilos de pensamento dentro desse espectro.
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Ratinho Jr. informou que a decisão sobre o representante da legenda deve ocorrer em até três meses. Romeu Zema, governador de Minas Gerais, também declarou sua união com o PSD e reforçou o apoio a Flávio Bolsonaro nas próximas eleições.
Zema complementou, afirmando que as propostas da direita são as que levarão o Brasil para frente, ressaltando a importância dos programas sociais, mas alertando para a necessidade de “porta de saída” e de evitar gastos excessivos que tornem o investimento no país proibitivo.
