Golpe com FGC: Bancos alertam sobre fraudes após casos como Banco Master

Golpe com FGC alerta! FGC, ABBC, ABBI e outras entidades financeiras alertam sobre fraudes que usam o nome do FGC para enganar clientes. Suspeita de fraudes no Banco Master e Reag expõe riscos no sistema financeiro

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(Imagem de reprodução da internet).

Golpistas se aproveitam de Garantias de Instituições Liquidadas

Um grupo de entidades do setor financeiro emitiu uma nota conjunta alertando sobre novas práticas criminosas envolvendo o pagamento de garantias de crédito de instituições financeiras que foram liquidadas pelo Banco Central (BC). O alerta se concentra em golpes que utilizam o nome do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e de outras entidades do sistema financeiro para enganar clientes.

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As entidades envolvidas na nota conjunta são: FGC, ABBC, ABBI, ABDE, Acrefi, Febraban e Zetta. O objetivo é conscientizar os cidadãos sobre os riscos e orientá-los a se protegerem contra fraudes.

Práticas Criminosas Identificadas

As práticas fraudulentas incluem o envio de comunicações falsas que se passam por contatos institucionais, a divulgação de links e aplicativos fraudulentos com o intuito de obter dados pessoais, bancários ou cadastrais, e a solicitação de pagamentos indevidos sob falsas promessas de benefícios ou agilização de processos.

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Também foram identificadas ações como o uso indevido de ferramentas de recuperação de senha e o disparo de mensagens com links maliciosos. A circulação de aplicativos não oficiais em plataformas digitais que comprometem a segurança das informações também foi apontada como uma prática perigosa.

Caso Master e Investigações

O caso do Banco Master, liquidado pelo BC em novembro de 2023, e da gestora de investimentos Reag, revelou um episódio grave no sistema financeiro brasileiro. As liquidações expuseram suspeitas de fraudes bilionárias e o uso de fundos de investimento para ocultar prejuízos.

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As investigações incluíram tentativas de socorro via banco público e tensões entre o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Tribunal de Contas da União (TCU) com o Banco Central (BC) e a Polícia Federal (PF). O processo de liquidação do Banco Master culminou com a prisão e posterior soltura de Daniel Vorcaro, seu proprietário, sob uso de tornozeleira eletrônica.

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