Goldman Sachs reporta lucro recorde impulsionado por fusões, trading e saída com Apple. A instituição obteve US$ 4,38 bilhões, superando o ano anterior.
O Goldman Sachs anunciou um aumento significativo no lucro líquido no quarto trimestre, impulsionado por um desempenho robusto em transações de fusões e aquisições, além de ganhos expressivos nas operações de “trading” em um cenário de mercado volátil.
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A instituição financeira também obteve um ganho único decorrente da saída de sua parceria com a Apple no setor de cartões de crédito.
A receita de “equity” do Goldman Sachs atingiu um recorde de US$ 4,31 bilhões, superando os US$ 3,45 bilhões registrados no ano anterior. Paralelamente, a receita proveniente do “trading” de renda fixa, moedas e commodities subiu 12,5%, alcançando US$ 3,11 bilhões.
Esses resultados refletem a capacidade do banco em aproveitar oportunidades em um ambiente de mercado desafiador.
O Goldman Sachs formalizou um acordo com o JPMorgan Chase para assumir a parceria com a Apple no segmento de cartões de crédito. A expectativa de um aumento de 46 cents por ação, devido a esse evento, demonstra a influência de fatores estratégicos no desempenho financeiro da empresa.
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O lucro líquido do quarto trimestre aumentou para US$ 4,38 bilhões, ou US$ 14,01 por ação, em comparação com US$ 3,92 bilhões, ou US$ 11,95 por ação, no período correspondente do ano anterior. Esse crescimento demonstra a resiliência e a capacidade de geração de valor da instituição.
Em resposta a esse desempenho positivo, o Goldman Sachs elevou o dividendo trimestral para US$ 4,50 por ação no primeiro trimestre, sinalizando expectativas de um ano financeiro forte. Fatores como um ambiente regulatório favorável, taxas de juros mais baixas e a disponibilidade de capital corporativo contribuíram para o aumento das atividades de fusões e aquisições.
O banco desempenhou um papel importante em transações de fusões e aquisições significativas, incluindo a consultoria na aquisição da Electronic Arts por US$ 56,5 bilhões e na aquisição da empresa de segurança em nuvem Wiz pela Alphabet por US$ 32 bilhões.
Essas operações de grande porte consolidaram a posição do Goldman Sachs como líder global em transações de fusões e aquisições, com um volume total de negócios de US$ 1,48 trilhão e honorários arrecadados de US$ 4,6 bilhões.
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