GM investe em tecnologia de direção autônoma e desafios de responsabilidade surgem

GM investe em tecnologia de direção autônoma com sistema “eyes-off driving”. Inovação permite redução do contato do motorista na estrada. Lançamento no Cadillac Escalade IQ previsto para 2028

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(Imagem de reprodução da internet).

A General Motors (GM) está investindo em tecnologia de direção parcialmente automatizada com seu sistema “eyes-off driving”. Essa inovação permite que motoristas, em trechos específicos de rodovias nos Estados Unidos, reduzam o contato com o volante e a estrada, representando um passo importante em direção aos veículos totalmente autônomos.

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A GM planeja lançar o sistema no Cadillac Escalade IQ até 2028.

Nível de Autonomia

Dentro da escala de seis níveis de autonomia, o “eyes-off driving” é classificado como nível 3. Nesse nível, o motorista mantém a responsabilidade geral, mas o sistema pode assumir o controle em determinadas condições.

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Questões de Responsabilidade

Apesar do potencial de uma condução mais relaxada, surgem preocupações sobre a responsabilidade em caso de falhas do sistema. A Dra. Alexandra Mueller, do Instituto de Segurança no Trânsito, ressaltou essas questões. Ainda que o motorista precise estar pronto para retomar o controle em situações inesperadas, a falta de clareza sobre a responsabilidade é um desafio.

Desenvolvimentos em Outras Montadoras

Outras montadoras, como Ford, Stellantis (Jeep), Honda e Mercedes-Benz, também estão desenvolvendo sistemas de nível 3. Empresas como Waymo (Alphabet/Google) e Tesla (Elon Musk) também estão avançando nesse campo, buscando assegurar a responsabilização em acidentes.

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Desafios Regulatórios e Legais

Atualmente, o uso de sistemas de nível 3 é restrito em grande parte dos Estados Unidos, devido à falta de clareza regulatória. O sistema “Drive Pilot”, da Mercedes-Benz, já opera em algumas rodovias de Califórnia e Nevada, mas a regulamentação ainda é incerta.

A complexidade de dividir a responsabilidade entre o motorista e a montadora representa um desafio para os tribunais, exigindo transparência para garantir a segurança de todos os usuários da via.

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