Gleisi Mara Rosa acompanha estratégia para eleições no Paraná
A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Mara Rosa (PT), deverá deixar o cargo até o final de março, em conformidade com as regras eleitorais. A decisão responde a um pedido direto do presidente da República, conforme apurou o Poder360.
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Inicialmente, Gleisi tinha uma candidatura mais segura para a Câmara dos Deputados, porém optou por disputar uma vaga no Senado pelo estado do Paraná, em eleições de 2026. A legislação eleitoral exige a desincompatibilização de cargos ministeriais para que o nome possa concorrer a outros órgãos.
A saída da ministra não deve gerar alterações imediatas na dinâmica política do governo. O Planalto sinaliza que a gestão manterá as soluções internas durante o ano eleitoral. A Secretaria de Relações Institucionais avalia que a desincompatibilização não interrompe a articulação política.
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O nome mais citado para assumir interinamente na pasta é o do secretário-executivo Marcelo Almeida Costa. Diplomata de carreira, ele é considerado um profissional técnico com capacidade de manter o trabalho da secretaria.
O governo avalia que a desincompatibilização de Gleisi não impacta a estrutura central. A tendência é que os secretários-executivos permaneçam à frente das pastas de forma temporária, até o término do processo eleitoral.
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Outros nomes foram considerados para a função, incluindo o ministro do Desenvolvimento Social, mas o presidente Lula não pretende realizar mudanças significativas nos quadros centrais até o final das eleições. Essa estratégia deve ser replicada em outras áreas do governo.
Na área da Fazenda, o secretário-executivo Dario Durigan é apontado como possível substituto em caso de saída de Gleisi Mara Rosa (PT).
