Gleisi Mara Rosa deixa ministério para disputar Senado no Paraná em 2026

Gleisi Mara Rosa deixa cargo para concorrer ao Senado no Paraná em 2026. Presidente Lula avalia mudanças internas no governo.

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(Imagem de reprodução da internet).

Gleisi Mara Rosa acompanha estratégia para eleições no Paraná

A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Mara Rosa (PT), deverá deixar o cargo até o final de março, em conformidade com as regras eleitorais. A decisão responde a um pedido direto do presidente da República, conforme apurou o Poder360.

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Inicialmente, Gleisi tinha uma candidatura mais segura para a Câmara dos Deputados, porém optou por disputar uma vaga no Senado pelo estado do Paraná, em eleições de 2026. A legislação eleitoral exige a desincompatibilização de cargos ministeriais para que o nome possa concorrer a outros órgãos.

A saída da ministra não deve gerar alterações imediatas na dinâmica política do governo. O Planalto sinaliza que a gestão manterá as soluções internas durante o ano eleitoral. A Secretaria de Relações Institucionais avalia que a desincompatibilização não interrompe a articulação política.

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O nome mais citado para assumir interinamente na pasta é o do secretário-executivo Marcelo Almeida Costa. Diplomata de carreira, ele é considerado um profissional técnico com capacidade de manter o trabalho da secretaria.

O governo avalia que a desincompatibilização de Gleisi não impacta a estrutura central. A tendência é que os secretários-executivos permaneçam à frente das pastas de forma temporária, até o término do processo eleitoral.

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Outros nomes foram considerados para a função, incluindo o ministro do Desenvolvimento Social, mas o presidente Lula não pretende realizar mudanças significativas nos quadros centrais até o final das eleições. Essa estratégia deve ser replicada em outras áreas do governo.

Na área da Fazenda, o secretário-executivo Dario Durigan é apontado como possível substituto em caso de saída de Gleisi Mara Rosa (PT).

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