Caso de Possível Ofensa Racial na Copa de la Reina
A atacante brasileira Gio Garbelini, da equipe [Nome da Equipe – a ser inserido], negou ter proferido insultos racistas durante a semifinal da Copa de la Reina. O incidente ocorreu na quarta-feira, 18 de março de 2026, durante o confronto contra o CD Tenerife Femenino, disputado em Santa Cruz de Tenerife na terça-feira, 17 de março.
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A goleira Noelia Ramos informou à arbitragem que Garbelini teria utilizado a expressão “negra” em direção à zagueira Fatou Dembele. A acusação foi formalizada na súmula da partida. A situação gerou grande repercussão entre os clubes e as equipes participantes.
Em uma nota oficial, Garbelini contestou o relato, afirmando que a conversa em campo não incluiu a ofensa atribuída. Ela expressou veemente rejeição a qualquer forma de racismo e manifestou confiança de que os fatos serão devidamente apurados. A jogadora também garantiu sua colaboração com eventuais investigações sobre o ocorrido.
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O incidente se originou aos 43 minutos do segundo tempo, após uma disputa de bola entre Dembele e Fiamma Benítez. A ação provocou uma discussão entre as atletas das duas equipes. Dembele recebeu cartão vermelho, enquanto Benítez foi advertida com cartão amarelo.
Diante do relato de Noelia Ramos à árbitra, o protocolo antirracista foi acionado, levando a uma pausa na partida que durou aproximadamente cinco minutos. A súmula da partida não registrou a ofensa atribuída à jogadora brasileira, indicando que a equipe de arbitragem não ouviu a declaração.
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O Atlético de Madrid Femenino conquistou a vitória por 1 a 0, graças a um gol de Jensen, e avançou para a final da competição. A partida foi marcada por tensões e pela importância da discussão sobre o combate ao racismo no futebol.
