Gilmar Mendes: PGR Arquiva Investigação por Homofobia Após Retratação Surpreendente

Gilmar Mendes sob investigação por homofobia? PGR arquiva caso após polêmica declaração! Ministro do STF se envolve em debate sobre liberdade de expressão.

28/04/2026 13:04

2 min

Gilmar Mendes: PGR Arquiva Investigação por Homofobia Após Retratação Surpreendente
(Imagem de reprodução da internet).

Procuradoria Arquiva Investigação Contra Gilmar Mendes por Homofobia

A Procuradoria-Geral da República (PGR) decidiu arquivar nesta terça-feira (27 de abril de 2026) o pedido do ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), para que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, fosse investigado por crime de homofobia.

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O pedido original se baseava em uma entrevista concedida pelo decano do Supremo ao portal Metrópoles, publicada em 23 de abril.

Na entrevista, Gilmar Mendes fez a seguinte afirmação: “Imagine que comecemos a fazer bonecos do Zema como homossexual. Será que não é ofensivo?”. A declaração gerou controvérsia e deu origem a uma série de debates sobre liberdade de expressão e discurso de ódio.

Após a repercussão da fala, Gilmar Mendes publicou uma retratação em sua conta no X, reconhecendo o erro na utilização do termo “homossexualidade” ao se referir à situação envolvendo o ex-governador Romeu Zema. O ministro admitiu que a declaração foi inadequada e buscou esclarecer sua posição.

Contexto do Conflito

O embate entre o ministro do STF e Zema teve início com a divulgação de uma série de vídeos satíricos, intitulados “Os Intocáveis”, publicados nas redes sociais do ex-governador. Em resposta, Gilmar Mendes solicitou a inclusão de Zema no Inquérito das Fake News, conduzido por Alexandre de Moraes.

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No documento, o ministro argumentou que Zema havia demonstrado desrespeito à honra e à imagem do STF, além de sua própria reputação. A controvérsia se intensificou com a decisão de Gilmar Mendes, em 27 de fevereiro, de anular a decisão da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, que havia determinado a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático da empresa Maridth Participações, ligada à família do ministro Dias Toffoli.

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