Gilmar Mendes Ataca Jornalistas e Acusa Sergio Moro de Usar Ghostwriters!

Gilmar Mendes ataca cobertura da Lava Jato e acusa jornalistas! Ministro ironiza Sergio Moro e questiona a mídia. Saiba mais!

26/02/2026 23:53

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(Imagem de reprodução da internet).

Ministro Gilmar Mendes Ironiza Cobertura da Lava Jato e Acusa Jornalistas

Em um evento comemorativo dos 135 anos do Supremo Tribunal Federal, nesta quinta-feira (26 de fevereiro de 2026), o ministro Gilmar Mendes gerou polêmica ao criticar a cobertura da Operação Lava Jato. Durante o discurso, o magistrado trouxe à tona rumores sobre o ex-juiz Sergio Moro ter utilizado escritores contratados para auxiliar em sua escrita, especialmente em relação à língua portuguesa.

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Ao comentar sobre a cobertura da imprensa em torno da Lava Jato, Mendes afirmou que “muitos jornalistas importantes, hoje até promovidos, eram ghostwriters de Sergio Moro e companhia”. O ministro fez uma referência direta à capacidade de escrita do senador, ironizando: “Precisava de ghostwriters porque talvez não soubesse escrever com G ou com J a palavra ‘tigela’”.

Mendes também expressou sua perplexidade com a forma como alguns veículos de comunicação haviam retratado a Lava Jato, criticando a ausência de um pedido de desculpas (“mea-culpa”) diante de abusos que posteriormente foram admitidos pela Justiça.

O ministro ressaltou um foco excessivo da mídia sobre o Supremo Tribunal Federal.

Segundo Mendes, um observador externo ao noticiário recente concluiria que “todos os problemas do país se restringem ao Supremo”. O ministro defendeu que a Corte seria “a única instituição brasileira a merecer aprimoramentos”.

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O caso em questão envolve o ex-juiz Sergio Moro, que está sendo julgado pela 1ª Turma do STF desde outubro de 2025. A acusação, apresentada pela Procuradoria Geral da República (PGR), alega que Moro cometeu crime de calúnia ao imputar a Gilmar Mendes a prática de corrupção passiva.

O episódio que deu origem à denúncia ocorreu em uma festa junina em 2022, quando o juiz da Lava Jato teria dito que um habeas corpus poderia ser “comprado” do ministro. A PGR aceitou unânimemente a denúncia.

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