GigU revoluciona ganhos de motoristas e entregadores com nova ferramenta!
GigU revoluciona ganhos de motoristas! Novo recurso “Lucro Líquido” traz clareza e transparência para entregadores de Uber e 99. Descubra agora!
A GigU, um aplicativo que apoia entregadores e motoristas de plataformas como Uber e 99, acaba de lançar uma ferramenta inovadora: o Lucro Líquido. Essa solução visa dar mais clareza aos trabalhadores sobre seus ganhos reais, considerando todos os custos envolvidos na atividade.
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A ideia surgiu a partir do feedback dos próprios usuários, que buscavam uma forma mais transparente de entender a rentabilidade de suas corridas ou entregas. “O recurso de lucro líquido permite que eles vejam rapidamente quanto realmente vai entrar no bolso, já descontados todos os custos”, explica Luiz Neves, cofundador da GigU.
Como Funciona a Ferramenta
O Lucro Líquido integra informações sobre os gastos do motorista, como combustível, manutenção do veículo, seguro e higienização. Para obter um resultado confiável, o usuário precisa inserir os dados com a maior precisão possível. A ferramenta também estima o número de corridas necessárias para atingir a meta diária.
A ferramenta se integra com outras soluções do aplicativo, como o cálculo de ganhos, que analisa a viabilidade de cada corrida em tempo real, e a câmera de segurança integrada ao celular.
Crescimento e Expansão da GigU
Desde o lançamento da função de lucro líquido, o aplicativo registra um crescimento de cerca de 10% em downloads e engajamento. “Isso mostra que os usuários querem cada vez mais informações para trabalhar de forma eficiente”, afirma Neves.
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Com o lançamento, a startup espera chegar a pelo menos 300 mil assinantes e triplicar o faturamento, assim como aconteceu em 2025.
A Origem da GigU
Os fundadores da GigU tinham uma simples pergunta: como é a vida de quem dirige para aplicativos? Após entrevistas com motoristas, a empresa, que na época se chamava StopClub, surgiu. “A gente percebeu que todo mundo estava olhando para o passageiro, mas quase ninguém entendia a realidade de quem estava dirigindo”, diz Pedro Inada, Rafael Beco, Luiz Neves e Marcus Pais, cofundadores do GigU.
A primeira versão da empresa, ainda em 2017, era física: pontos de apoio com serviços como alimentação, manutenção e descanso. O modelo cresceu até a pandemia encerrar a operação. “Foi um incentivo para migrar para o digital. A gente trocou um modelo operacional pesado por um produto mais escalável e centrado em dados”, diz Neves.
A GigU opera atualmente em Portugal e começou a testar o mercado dos Estados Unidos, com foco inicial na Flórida. Fora do Brasil, soma cerca de 3 mil assinantes. “A gente tem um roadmap de novos países, mas o foco agora é consolidar as apostas que já fizemos, especialmente nos Estados Unidos”.
O próximo passo é incorporar IA para reduzir a curva de aprendizado dos motoristas. Hoje, a diferença entre iniciantes e experientes pode chegar a até 10 vezes na lucratividade, segundo Neves. A ideia é encurtar esse gap com recomendações personalizadas e transformar dados em decisões mais eficientes no dia a dia.
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