Ghislaine Maxwell tenta inocentamento de Trump em troca de perdão! Em depoimento virtual, advogado Markus revela: “Maxwell tem informações sobre Trump e Clinton”. Recusa a testemunhar, invocando a 5ª Emenda. Incidente na Comissão de Supervisão da Câmara
Em um depoimento virtual realizado na segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026, a ex-namorada de Jeffrey Epstein, Ghislaine Maxwell, através de seu advogado David Markus, apresentou uma proposta de inocentamento ao então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), em troca de um perdão presidencial.
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O evento ocorreu perante a Comissão de Supervisão da Câmara dos Representantes norte-americana.
Maxwell se recusou a responder a perguntas, invocando a 5ª Emenda da Constituição dos Estados Unidos, que garante o direito do cidadão de não ser obrigado a produzir provas contra si. David Markus enfatizou que sua cliente estava “preparada para falar total e honestamente se lhe for concedido perdão pelo Presidente Trump”, indicando que possuía informações exclusivas sobre o caso envolvendo Epstein.
Markus argumentou que apenas Maxwell poderia fornecer a versão completa dos fatos, reconhecendo que algumas pessoas poderiam não gostar do que ela revelasse. Ele mencionou explicitamente o envolvimento do então presidente Donald Trump e, de forma indireta, do ex-presidente Bill Clinton, ambos citados em documentos do Departamento de Justiça relacionados ao caso Epstein.
Ambos negaram consistentemente qualquer participação nos crimes.
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O presidente da Comissão de Supervisão, James Comer, expressou insatisfação com a recusa de Maxwell em testemunhar, classificando a decisão como “muito desapontadora”. Comer ressaltou que os legisladores tinham “muitas perguntas sobre os crimes que ela e Epstein cometeram, bem como sobre potenciais conspirações”.
“Ghislaine Maxwell invocou seu direito constitucional ao silêncio esta manhã perante James Comer e o Comitê de Supervisão da Câmara. Aqui está a declaração que prestei ao Comitê explicando o motivo: Integrantes da Comissão Por minha recomendação, Ghislaine Maxwell invocará respeitosamente seu direito ao silêncio, assegurado pela 5ª Emenda, e se recusará a responder perguntas hoje, embora desejasse muito respondê-las. Ela deve permanecer em silêncio porque a sra. Maxwell tem um pedido de habeas corpus pendente que demonstra que sua condenação se baseia em um julgamento fundamentalmente injusto. Por exemplo, jurados mentiram durante o interrogatório preliminar para assegurar vagas no júri e o governo prometeu imunidade e depois quebrou essa promessa. Documentos recentemente divulgados comprovam esses fatos de forma conclusiva. Se esta comissão e o público norte-americano realmente desejam ouvir a verdade sem filtros sobre o que aconteceu, existe um caminho direto. A sra. Maxwell está preparada para falar de forma completa e honesta, caso seja concedida clemência pelo presidente Trump. Só ela pode fornecer o relato completo. Algumas pessoas podem não gostar do que vão ouvir, mas a verdade importa. Por exemplo, tanto o presidente Trump quanto o [ex] presidente Clinton são inocentes de qualquer irregularidade. Somente a sra. Maxwell pode explicar o porquê, e o público tem direito a essa explicação”.
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