Dispositivos Vestíveis Revolucionam o Monitoramento da Saúde e do Sono
A tecnologia vestível está transformando a forma como acompanhamos nossa saúde, com dispositivos cada vez mais sofisticados que oferecem dados precisos sobre a qualidade do sono e podem identificar potenciais problemas de saúde. Desde relógios inteligentes até anéis como o Galaxy Ring, esses aparelhos utilizam sensores avançados para monitorar indicadores vitais durante o repouso noturno.
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Segundo Gabriel Rimi, especialista em tecnologia, “os dispositivos têm sensores para medir a sua oxigenação e os seus batimentos cardíacos”. Ele explica que o padrão de movimentação durante o sono, combinado com as variações nos batimentos cardíacos e níveis de oxigênio, permite que os aparelhos identifiquem em qual fase do sono o indivíduo está e detectem possíveis problemas de saúde.
Como os Dispositivos Identificam Problemas de Sono Os sensores dos aparelhos conseguem detectar as diferentes fases do sono por meio da variação do ritmo cardíacos. “Quando o seu batimento fica mais espaçado, você está no momento de um sono. Quando ele está mais acelerado, está em outro”, detalha Gabriel.
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Diferentes Opções no Mercado Além dos smartwatches, há também alternativas como o Galaxy Ring, que se diferencia por não possuir tela ou notificações, focando apenas na coleta de dados sem perturbar o usuário. “Ela não vibra, não tem tela e não traz nenhuma informação além de medir o que está acontecendo com você: tanto em exercícios quanto no sono”, explica Gabriel.
Preços Variáveis Os valores dos dispositivos variam significativamente conforme a marca e as funcionalidades. O Galaxy Watch pode estar na faixa de R$ 1.200 e R$ 1.500, dependendo do modelo. Já o Galaxy Ring custa aproximadamente R$ 2 mil. Para quem busca opções mais acessíveis, o especialista apresentou o Huawei Band 10, que custa entre R$ 150 e R$ 180.
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Limitações e Recomendações Gabriel ressalta que os dispositivos mais simples, como o Huawei Band 10, não detectam sinais específicos de apneia, mas fornecem informações básicas sobre a qualidade do sono, como tempo de descanso e respiração. “Quem não tem o hábito de usar um smartwatch não precisa começar gastando muito em um aparelho. Por menos de R$ 200, é possível adquirir um dispositivo que vai oferecer as mesmas informações do seu sono no celular”, aconselha.
É importante destacar que, embora alguns desses aparelhos, como o Galaxy Watch e o Apple Watch, servem principalmente como indicadores e não substituem exames clínicos específicos, como a polissonografia, que também mede as ondas cerebrais. “Mas te mostram sinais de alerta que indicam a necessidade de buscar um médico”, conclui Gabriel.
