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Gabriel enfrenta crise e propõe fim da reforma da Previdência

Decisão crucial evita censura e derrubada do governo pela terceira vez em menos de um ano.

Por: redacao

14/10/2025 20:01

3 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Primeiro-Ministro da França Adia Crise Política com Suspensão da Reforma da Previdência

O primeiro-ministro da França, Sébastien Lecornu, conseguiu evitar uma nova crise política no país ao propor a suspensão da reforma da Previdência, uma das medidas mais impopulares do presidente Emmanuel Macron. A decisão foi suficiente para conter, por ora, uma moção de censura que poderia derrubar o governo — o terceiro em menos de um ano.

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A suspensão da reforma era uma exigência da oposição socialista para evitar o voto pela destituição do premiê. O líder parlamentar do Partido Socialista, Boris Vallaud, confirmou o apoio à proposta de Lecornu, embora tenha classificado o gesto como “uma aposta arriscada”. “Somos capazes de chegar a compromissos, já demonstramos isso. Somos capazes de derrubar um governo, fizemos isso duas vezes. Nosso único guia é o interesse do país e dos franceses”, afirmou Vallaud.

O chefe do Partido Socialista, Olivier Faure, reforçou a decisão e pediu que os parlamentares sigam a orientação do partido. “Quando há uma votação e ela é quase unânime, deve ser respeitada”, declarou Faure à emissora TF1.

A reforma, aprovada em 2023, aumenta a idade mínima de aposentadoria de 62 para 64 anos até 2030 e amplia para 43 anos o tempo mínimo de contribuição para aposentadoria integral a partir de 2027. A medida provocou grandes protestos em todo o país e se tornou símbolo do desgaste político de Macron.

Em seu discurso, Lecornu — de 39 anos e considerado um dos aliados mais próximos do presidente — anunciou que pretende suspender a aplicação da reforma até as eleições presidenciais de 2027. “Não haverá nenhum atraso na idade até janeiro de 2028”, afirmou. “A duração da contribuição também permanecerá congelada em 170 trimestres até janeiro de 2028.”

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A decisão, porém, gerou divisões dentro do governo e críticas da direita, que domina o Senado. O líder do partido conservador Os Republicanos, Bruno Retailleau, acusou o premiê de ceder à pressão dos socialistas. “Lecornu é refém dos socialistas com esta decisão incompreensível, que nos conduz diretamente ao muro da crise financeira”, declarou em nota.

Apesar da tensão, a medida foi recebida como uma “primeira vitória” pela esquerda e pelos sindicatos, que pedem a revogação definitiva da reforma. Já o partido de extrema direita Reagrupamento Nacional (RN), de Marine Le Pen, manteve o apoio à moção de censura que será votada na quinta-feira (16).

Lecornu reconheceu que a suspensão terá custo estimado em até 1,8 bilhão de euros (cerca de R$ 11,3 bilhões) até 2027, beneficiando cerca de 3,5 milhões de franceses. “Será necessário compensar o custo”, afirmou o premiê, acrescentando que o plano orçamentário para 2026 já prevê um esforço fiscal de 30 bilhões de euros para conter o déficit público e reduzir a dívida, que hoje equivale a 115,8% do PIB.

O gesto de conciliação de Lecornu aliviou a tensão política em Paris e ajudou a acalmar os mercados financeiros, preocupados com a instabilidade política e o risco de novas eleições antecipadas — cenário que o próprio Macron voltou a cogitar caso o governo venha a cair.

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Autor(a):

redacao

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