Fundo Brasil auxilia famílias de vítimas do Alemão e Penha no Rio. Doação emergencial de R$ 50 mil para IDMJR, que oferece apoio jurídico e psicológico
O Fundo Brasil de Direitos Humanos anunciou, na sexta-feira (31.out.2025), uma doação emergencial para auxiliar o acolhimento e a assistência às famílias das pessoas falecidas nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro, após ocorrências da última terça-feira (28.out.2025).
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O valor inicial de R$ 50.000 será destinado ao programa (IDMJR (Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial)), que desde a terça-feira tem trabalhado no apoio às mães e familiares das vítimas nos processos de reconhecimento e identificação dos corpos, além de oferecer assistência jurídica e psicológica.
O programa IDMJR, em operação desde a terça-feira, concentra seus esforços no suporte às famílias das vítimas, facilitando os processos de identificação dos corpos e fornecendo suporte jurídico e psicológico. O objetivo é oferecer um atendimento abrangente às famílias afetadas.
O Fundo Brasil lançou um formulário de captação de recursos com o objetivo de ampliar as doações e garantir a continuidade das ações de apoio. A iniciativa visa fortalecer o suporte às famílias e a execução dos projetos do IDMJR.
A Secretaria de Polícia Civil do Rio de Janeiro divulgou informações sobre a Operação Contenção. Até o momento, foram presos 113 indivíduos, incluindo 10 adolescentes. Houve a execução de cerca de 180 mandados de busca e apreensão, com a prisão de aproximadamente 100 pessoas. 54 dos presos possuem histórico criminal anterior.
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Durante a operação, 117 pessoas foram mortas, sendo chamadas de “narcoterroristas neutralizados”. Até o momento, 99 indivíduos foram identificados. 42 deles possuíam mandados de prisão pendentes. 78 indivíduos apresentavam histórico de crimes graves, como homicídio, tráfico e roubo.
Cerca de 40% dos 113 presos durante a operação não são do Rio de Janeiro. A Secretaria de Polícia Civil do Rio de Janeiro identificou suspeitos de 8 Estados fora do Rio, incluindo Pará, Amazonas, Bahia, Ceará, Paraíba, Goiás, Mato Grosso e Espírito Santo.
Entre os mortos na operação, destacam-se chefes do tráfico de diferentes estados: PP, chefe do tráfico no Pará; Oruan, também do Pará; Chico Rato, líder do tráfico em Manaus (AM); Gringo, também atuante em Manaus (AM); DG, chefe do tráfico na Bahia; FB, também ligado ao tráfico na Bahia; Russo, apontado como chefe do tráfico em Vitória (ES).
Mazola, chefe do tráfico em Feira de Santana (BA); Fernando Henrique dos Santos, líder em Goiás; Rodinha, chefe do tráfico em Itaberaí (GO).
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