Frigoríficos lucram com pênis bovino e crescente demanda da Ásia

Frigoríficos brasileiros lucram com pênis bovino! Produto antes descartado ganha valor no exterior, impulsionado pela Ásia. Veja mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

A procura por cortes de carne tradicionais continua alta, mas um subproduto inusitado do boi – o pênis bovino – está gerando lucro extra para frigoríficos brasileiros e chamando a atenção no exterior. Esse órgão, antes descartado, agora encontra um destino comercial promissor, impulsionado pela demanda asiática.

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O “Vergalho” e seu Crescente Valor

No mercado, o pênis do boi é conhecido como “vergalho”. Inicialmente descartado após o abate, essa parte do animal agora tem um novo propósito comercial, com resultados positivos. Frigoríficos e pecuaristas descobriram que o vergalho bovino possui forte procura no mercado asiático, especialmente em Hong Kong e China, onde partes menos convencionais do animal são valorizadas na culinária tradicional e consideradas ingredientes de alto valor.

Nesse mercado, o produto pode alcançar preços de até US$ 6 mil por tonelada, um valor significativamente superior ao praticado no Brasil. A culinária local utiliza o pênis bovino em preparações, como “ensopados” e pratos cozidos, além de preparações consideradas tradicionais ou afrodisíacas pelos consumidores locais, influenciando diretamente a demanda e justificando o interesse crescente pelo produto no comércio internacional.

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Utilização no Brasil: Petiscos para Animais de Estimação

No mercado interno brasileiro, o uso do vergalho é diferente. Ele é comumente transformado em petisco mastigável para cães e outros animais de estimação. Além de ser uma opção natural, esse tipo de produto tem ajudado frigoríficos a aproveitar integralmente o animal e reduzir desperdícios.

Impactos para o Agronegócio

A valorização de subprodutos como o pênis bovino tem impactos positivos no setor: Aumenta a rentabilidade das exportações, agregando valor a partes antes consideradas secundárias ou descartadas. Diversifica os mercados atendidos, reduzindo a dependência apenas de cortes tradicionais.

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Fortalece a cadeia produtiva, incentivando o aproveitamento integral do boi abatido.

Para frigoríficos e pecuaristas, essa tendência representa um caminho para a competitividade do agronegócio brasileiro no cenário global.

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