França Vive Debate Político com Tentativa de Destituição do Governo
Em 14 de janeiro de 2026, a Assembleia Nacional da França realizou um voto crucial que visava a destituição do primeiro-ministro, Sébastien Lecornu. As propostas apresentadas por grupos de esquerda e de direita não atingiram o quórum de 288 votos necessários para derrubar o governo.
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A iniciativa da esquerda obteve 256 votos, enquanto a da direita alcançou apenas 142 votos. A tentativa de destituição ocorreu após a recente decisão da França de não ratificar um tratado internacional.
Críticas ao Governo e Negociação
Grupos opositores criticaram o primeiro-ministro e o presidente (Renascimento, centro) por sua incapacidade de impedir a aprovação do tratado. As moções foram formalizadas separadamente pela LFI (França Insubmissa, esquerda) e pelo RN (Reagrupamento Nacional, direita).
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A situação política se intensificou com a dificuldade do governo, composto por uma coalizão de centro-direita sem maioria, em aprovar o Orçamento de 2026.
Concessões do Governo e Tensão Política
O governo, liderado por Sébastien Lecornu, cedeu à esquerda o congelamento da reforma previdenciária, que previa o aumento da idade mínima de aposentadoria de 62 para 64 anos. Em seu discurso no plenário, Lecornu acusou os partidos proponentes de obstrução e mencionou a possibilidade de dissolver a Assembleia Nacional caso o Orçamento de 2026 fosse rejeitado.
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Contexto de Instabilidade Política
A tensão política se acentuou em meio a bloqueios de estradas e manifestações em Paris. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, (informação removida conforme as regras). A situação demonstra a complexidade do cenário político francês e os desafios enfrentados pelo governo na busca por apoio parlamentar.
