França bloqueia importações do Mercosul por risco de resíduos proibidos

França suspende importações da América do Sul com resíduos proibidos! Primeiro-ministro Sébastien Lecornu anuncia a medida após críticas do setor agrícola.

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(Imagem de reprodução da internet).

França Suspende Importações de Produtos da América do Sul com Resíduos Proibidos

A França anunciou a suspensão da importação de produtos agrícolas provenientes da América do Sul, caso contenham resíduos de substâncias proibidas, conforme regulamentado pela União Europeia. A medida foi comunicada em uma publicação no X (anteriormente Twitter) no domingo, 4 de janeiro de 2026, pelo primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu.

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As substâncias específicas mencionadas pelo premiê incluem mancozebe, glufosinato, tiofanato-metílico e carbendazim. A restrição se aplica a produtos como abacates, mangas, goiabas, frutas cítricas, uvas e maçãs. A decisão ocorre em um momento crucial, com a conclusão do acordo entre a UE e o Mercosul em andamento.

O tratado enfrenta resistência de países como a França e a Itália, principalmente devido à reação do setor agrícola, que teme um aumento excessivo de produtos do Mercosul sem as mesmas regulamentações vigentes na União Europeia. Lecornu enfatizou a importância de garantir a igualdade de condições no mercado.

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Em resposta ao anúncio, Lecornu publicou uma “carta aberta aos agricultores” franceses, detalhando o reforço dos controles nas importações. O objetivo é assegurar que “as mesmas normas para todos, os mesmos controles para todos”, conforme declarado pelo premiê. Lecornu argumentou que a tolerância com a presença de substâncias proibidas em produtos importados é inaceitável, representando uma concorrência desleal, injustiça econômica e risco à saúde dos consumidores franceses.

O governo francês reafirmou o uso de todos os mecanismos legais disponíveis para lidar com importações de frutas e vegetais, bem como de carnes importadas que não atendam aos padrões sanitários e fitossanitários da União Europeia. A administração enfatizou a necessidade de um “bom senso” nesse processo.

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