Foro Penal aponta 687 presos políticos na Venezuela! Javier Tarazona é libertado após 1.675 dias. Saiba mais!
Em 2 de fevereiro de 2026, o Foro Penal divulgou um relatório sobre a situação de presos políticos na Venezuela. De acordo com a organização, que acompanha de perto as detenções no país, 687 indivíduos permaneciam presos por motivos políticos.
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Destes, 51 pessoas ainda tinham informações sobre seu paradeiro desconhecido.
O levantamento detalhou que 600 dos presos eram homens e 87 mulheres. Dos presos, 505 eram civis, enquanto 182 eram militares. Além disso, 59 estrangeiros também estavam detidos.
Desde o início de janeiro, o governo venezuelano implementou uma política de soltura de presos políticos, libertando 344 pessoas. No domingo anterior, 33 indivíduos foram liberados, incluindo o ativista de direitos humanos Javier Tarazona, que estava preso há 1.675 dias.
José Rafael Tarazona, irmão de Javier, expressou sua alegria com a libertação, afirmando que o dia era “o que tanto desejávamos”. Ele enfatizou que a liberdade de um indivíduo representa a esperança para todos.
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A medida de soltura foi anunciada em meio à crescente pressão dos Estados Unidos sobre o governo de Nicolás Maduro. Após uma operação militar que resultou na captura do ditador, autoridades americanas solicitaram que o governo venezuelano implementasse uma política de anistia.
A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, anunciou uma “lei de anistia geral”, que beneficiaria aqueles acusados de crimes como homicídio, tráfico de drogas, corrupção e violações dos direitos humanos. Delcy Rodríguez enfatizou a importância de evitar a vingança e o ódio, oferecendo à Venezuela a oportunidade de viver em paz.
Como parte da decisão, Delcy Rodríguez e sua primeira-dama mantêm “troca de informações”. A antiga prisão de Helicoide, alvo de críticas de ativistas de direitos humanos, será transformada em um complexo esportivo e de bem-estar social, destinado à família policial e às comunidades vizinhas.
A situação em Helicoide, localizada na região centro-sul de Caracas, é lembrada negativamente por muitos venezuelanos que foram libertados, devido a problemas como superlotação, falta de saneamento básico e abusos.
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