Agressão Imperial e Captura de Maduro: Reações das Forças Armadas Bolivarianas
As Forças Armadas Nacionais Bolivarianas (FANB) comunicaram, em 4 de maio, que o presidente Nicolás Maduro foi alvo de um “sequestro covarde”, ocorrido durante uma ação atribuída aos Estados Unidos. Adicionalmente, parte da equipe de segurança do líder chavista foi morta, conforme descrito pelas autoridades militares.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
O comunicado enfatizou a natureza da agressão, caracterizando-a como imperial.
O ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, declarou que o alto comando militar permanece unificado e coeso diante da suposta agressão. Ele ressaltou a posição de Maduro como presidente constitucional da Venezuela e solicitou sua “libertação rápida”, juntamente com a primeira-dama, Cilia Flores, que também foi detida pelos Estados Unidos.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Segundo as informações divulgadas, Nicolás Maduro encontra-se detido no Centro de Detenção Metropolitano (MDC) em Nova York, no bairro do Brooklyn. Os Estados Unidos acusam Maduro de diversos crimes, incluindo conspiração para narcoterrorismo, importação ilegal de cocaína e posse de armas de fogo.
Em relação à situação política interna, as Forças Armadas reconheceram Delcy Rodríguez, vice-presidente de Maduro, como presidente responsável pelo país. O ministro Padrino López instou a população a retomar suas atividades econômicas, laborais e educacionais.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
LEIA TAMBÉM!
Ele assegurou que o Governo Bolivariano manterá a governabilidade e que as instituições militares continuarão a utilizar suas capacidades para a defesa militar, a manutenção da ordem interna e a preservação da paz.
Adicionalmente, o ministro ordenou a integração dos elementos do poder nacional para formar um bloco de combate único, visando garantir a soberania da Venezuela frente à suposta agressão imperial.
