FMI reduz projeção de crescimento da Argentina para 2026; veja o impacto!

FMI Reduz Projeção de Crescimento da Argentina para 2026
O Fundo Monetário Internacional (FMI) ajustou para baixo suas expectativas de crescimento econômico para a Argentina em 2026. A instituição agora estima um aumento do Produto Interno Bruto (PIB) de 3,5%, um número inferior aos 4% que haviam sido previstos anteriormente.
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Essa atualização foi comunicada nesta terça-feira, dia 14, durante a apresentação do relatório de Perspectivas Econômicas Globais (WEO), realizado em Washington. Pierre-Olivier Gourinchas, economista-chefe do Fundo, explicou que o ajuste reflete, principalmente, uma desaceleração na atividade econômica que se espera para a segunda metade de 2025.
Crescimento na América do Sul: A Argentina em Destaque
Apesar do recuo na projeção, o FMI mantém a visão de que a Argentina figurará entre as nações com maior crescimento na América do Sul em 2026. O avanço projetado supera o de países como Chile, com 2,4%, e Colômbia, com 2,3%.
Comparativo Regional e Projeções Futuras
O crescimento argentino ainda fica abaixo das estimativas para Paraguai (4,2%) e Venezuela (4%). É importante notar que a projeção de 4% de crescimento para o ano de 2027 foi mantida sem alterações. O cenário considera os efeitos da guerra no Oriente Médio e o impacto sobre os mercados globais de energia.
Inflação e Perspectivas Macroeconômicas
O relatório aponta que o encarecimento do barril de petróleo tende a pressionar a inflação interna, além de afetar o transporte e reduzir o poder de compra. O FMI passou a prever uma inflação média de 30,4% em 2026, um valor quase o dobro da taxa observada em 2025.
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Desaceleração de Preços e Crescimento Global
Mesmo com o aumento projetado da inflação, o Fundo avalia que o país segue em uma trajetória de desaceleração dos preços, embora em um ritmo mais lento que o inicialmente previsto. Além disso, o relatório revisou para baixo o crescimento global, estimando agora 3,1% para 2026.
Segundo o FMI, o mundo interrompeu um ciclo de recuperação que vinha sendo sustentado por condições financeiras favoráveis, ganhos de produtividade e estímulos fiscais.
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