Déficit Fiscal Americano Alerta o FMI e Previsões para a Dívida
O Fundo Monetário Internacional (FMI) manifestou preocupação com o crescente déficit fiscal dos Estados Unidos, que atualmente se aproxima de 6% do Produto Interno Bruto (PIB). As projeções do órgão indicam que, caso a situação das contas públicas persista, a dívida americana poderia subir de 125% para 140% do PIB até o ano de 2040.
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Essa trajetória de aumento da dívida não é recente, tendo se intensificado ao longo das décadas.
Em meados da década de 1980, a dívida pública americana representava apenas 30% do PIB. A partir daí, o cenário econômico e as políticas governamentais impulsionaram um crescimento exponencial da dívida, influenciado por diversos fatores. A elevação das despesas públicas com subsídios empresariais, os gastos com a seguridade social e as operações militares em escala global contribuíram significativamente para esse aumento.
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O governo de Donald Trump adotou uma estratégia para lidar com o problema, implementando tarifas protecionistas com o objetivo de equilibrar a balança comercial e aumentar a arrecadação do governo, buscando, assim, reduzir o déficit fiscal. No entanto, os economistas apontam que a medida utilizada pelo presidente é equivocada, pois o problema reside no déficit fiscal, e não no déficit comercial, um fenômeno conhecido como “déficit gêmeos”.
A aplicação de tarifas protecionistas pode exacerbar ainda mais a situação, pois outros países também podem responder com barreiras comerciais, diminuindo as importações para os Estados Unidos. A ineficácia das tarifas sugere que a solução reside em seguir o conselho do FMI, que recomenda a redução dos gastos públicos.
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A orientação do economista Javier Milei também seria pertinente nesse contexto.
