FMI Alerta: China Enfrenta Desaceleração na Economia – Projeções e Recomendações Urgentes

FMI alerta: Crescimento da China desacelera! ⚠️ Projeção de 4,5% para 2026. Tarifas Trump e incertezas no comércio exterior impactam economia. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Relatório do FMI Aponta Desaceleração Moderada no Crescimento da Economia Chinesa

O mais recente relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI) sobre a economia da China, divulgado nesta quinta-feira, 19, apresenta uma projeção de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) de 4,5% para 2026. Em 2025, a taxa de crescimento havia sido de 5%.

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A instituição destaca que essa desaceleração reflete os impactos contínuos das tarifas comerciais, especialmente as impostas pelos Estados Unidos, e a incerteza em relação às políticas de comércio exterior do país.

Além disso, o relatório prevê que a inflação apresentará uma recuperação gradual, considerando o enfraquecimento da atividade econômica. A análise do FMI aponta que, a longo prazo, o potencial de crescimento da China pode ser limitado por questões estruturais, como o envelhecimento da população, que impacta a força de trabalho e a produtividade.

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Esses fatores contribuem para um crescimento mais lento.

O estudo também ressalta que a economia chinesa enfrenta desafios tanto internos quanto externos, decorrentes de políticas domésticas e de um cenário geopolítico instável. A demanda interna fraca pode manter a inflação em níveis baixos, enquanto as exportações terão menor capacidade de impulsionar o crescimento nos próximos anos.

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A instituição reconhece a resiliência da economia chinesa diante de diversos desafios.

No âmbito doméstico, um ponto de atenção é a contração do mercado imobiliário, que tem diminuído a atividade econômica, aumentado o endividamento e reduzido a demanda interna. Para lidar com essa situação, o Fundo Monetário Internacional recomenda uma transição para um modelo de crescimento mais focado no consumo interno, apoiado por medidas fiscais e estímulos.

Sugere-se também ajustes no setor imobiliário, incluindo o financiamento do governo central para concluir empreendimentos inacabados, visando recuperar a confiança dos consumidores.

O fortalecimento da rede de proteção social é citado como uma forma de diminuir a poupança por precaução e incentivar o consumo. O conselho executivo do Fundo avalia que a sustentabilidade da dívida pública exigirá, a longo prazo, um processo de consolidação fiscal, que deverá ser implementado após uma recuperação econômica consistente.

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